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Sabe aquele dia que dá vontade de fazer alguma coisa diferente do convencional sem pegar estrada, nem subir num avião... na sua própria cidade. Parece um pouco doido, mas é muito interessante... ter a sensação de ser turista em casa. Então, o local escolhido para embalar um fim de semana inusitado e comemorar uma data importante foi o bairro de Ipanema, mais precisamente, o hotel Fasano. Por quê? Bem, o hotel é super elegante e badalado. Da janela se tem um visual lindo do Arpoador ao Leblon, a praia em frente ao hotel é ótima, o spa tem boa fama e o restaurante nem se fala. Precisa mais? Ah! Claro! Uma boa companhia.
Escrevi em 2011 um post chamado 20 LUGARES DE TIRAR O FÔLEGO que é disparado o mais lido do blog. Muito tempo passou. Conheci outros
lugares. E, nessa semana uma pessoa me desafiou a fazer um novo post sobre o
tema com MAIS 20 LUGARES DE TIRAR O FÔLEGO, seja pela beleza natural, pela
imponência arquitetônica, pela grandiosidade, pela arte, diversidade cultural,
mistérios, história, passado, contrastes… Então, aqui vai minha sequência de +
20 Lugares de Tirar o Fôlego. Tarefa difícil nesse mundo tão cheio de cantinhos
especiais. Desafio você também a listar seus 20 destinos +++. Topa?
Viajar para a “ilha de Fidel” não é uma escolha muito óbvia.
Há quase trinta anos então... era ainda menos provável. O turismo era
praticamente inexistente naquelas águas caribenhas. Eu era jovem e curiosa.
Queria ver de perto como funcionava o tal do socialismo, que já dava sinais de
desmoronamento. Quando li uma reportagem que anunciava um voo fretado do Brasil
para Cuba corri para garantir minha vaga e alguns dias depois estava
desembarcando em Havana. Minha primeira experiência em Cuba, numa época em que “El
Comandante” conduzia tudo com rédeas curtas, foi riquíssima. Nesse meio tempo
muita água rolou. O Muro de Berlim caiu, a mesada russa foi cortada, Obama fez
as pazes com o país, Trump foi eleito, Fidel Castro se foi, Raul assumiu o
posto do irmão e novos ventos começaram a soprar.
Exótico, intocado, remoto, vasto e curioso até no nome. Jalapão. Tudo por conta de uma batata nativa encontrada na região do Tocantins, de nome "jalapa", usada com fins medicinais pelos quilombolas desde que se estabeleceram no coração do Brasil. Mas, daí a ganhar a terminação "ão" tem mais estória. A tal plantinha muitas vezes é cortada em pedaços e colocada em infusão na cachaça para dar um tom alaranjado e alegrar a moçada. Quando o "cabra" pede uma dose pequena de pinga, vem uma "Jalapinha". Se a dose for grande, "Jalapão".
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