Claudia Liechavicius

26 Janeiro 2012

UM MINI PAÍS CHAMADO LIECHTENSTEIN

Por Claudia Liechavicius

Liechtenstein. Já ouviu falar nesse nome? Não? Bem, ele é um microestado. Micro mesmo! Poucas pessoas têm interesse em visita-lo. É o sexto menor país do mundo, com apenas 160 Km2. Só ganha em extensão do Vaticano (0,4 km2), Mônaco (2 km2), Nauru (21 km2), Tuvalu (26 km2) e San Marino (61 km2). Tem 25 quilômetros de comprimento e 12 de largura, ou seja, é um pouco menor do que a Barra da Tijuca (bairro do Rio de Janeiro que tem 165 Km2) e um pouquinho maior do que a ilha de Manhattan (bairro de Nova York). A capital é Vaduz. Se você não estiver atento corre o risco de passar por ele e nem perceber. Fica escondidinho nos Alpes, entre a Áustria e a Suiça. 

A máxima "tamanho não é documento" se ajusta com perfeição a Lichtenstein. Minúsculo e poderoso. É um dos países mais ricos do mundo. Produz excelentes vinhos e queijos. É governado por um monarca durão que mora do topo de uma colina, num castelo gótico. Famoso por ser um paraíso fiscal. Já conseguiu conquistar muitas medalhas olímpicas nas edições de inverno dos jogos. Tem apenas 36 mil habitantes. Exporta dentaduras. É, no mínimo, curioso...

Castelo de Vaduz - residência oficial da família real de Liechtenstein.

Como adoro conhecer novos lugares e estava na Áustria, a exatamente duas horas de trem de Lichtenstein resolvi dar um pulo até lá (mesmo tendo ouvido de muitas pessoas que não valia a pena a viagem). Peguei o trem das 9 da manhã em Innsbruck e às 11 estava na estação de Feldkirch, a última cidade da Áustria e onde se pega um ônibus para ir até Vaduz - a capital do país. O caminho que o trem percorre pelo meio dos Alpes é lindíssimo. Só isso já vale a viagem. Não consegui pregar os olhos nessas duas horas de tão embevecida que estava com a paisagem. Vastas áreas cobertas de branco. No chão somente uma grossa camada de neve. As árvores todas enfeitadas para o inverno. Ao meu redor, montanhas imponentes. E o trem deslizava suavemente sobre os trilhos enquanto o sol começava a surgir. Belo espetáculo da natureza. 

Paisagem no trajeto de trem entre Innsbruck e Feldkirch. 

Frio intenso. Temperatura abaixo de 10 graus negativos. Ao chegar na estação eu teria que esperar meia hora para a saída do próximo ônibus que iria direto à Vaduz. Em vez disso, preferi o ônibus que já estava parado e iria sair em 5 minutos fazendo uma rota mais longa e entrando em outros municípios. Perfeito. Circulei 30 minutos, praticamente atravessei o país de ponta a ponta enquanto o motorista servia de guia falando em alemão. Finalmente, Vaduz!

Vaduz.

Desci do ônibus exatamente em frente ao centro de informações turísticas e fui logo em busca de um mapa. No mapa, o principal destaque era o Castelo de Vaduz e ao pé dele algumas ruas (três ou quatro) e logo plantações de uva e campos cobertos de neve. Realmente, um micro país. Mínimo e muito bonitinho. Percorri todas as ruas do centro, fui à Catedral, fotografei o Palácio do Governo, a Prefeitura, a Nova Casa do Parlamento, conheci o Museu de Arte Contemporânea, o Museu do Selo, o Museu Nacional, a Casa Vermelha, o Museu do Esqui, almocei e no meio da tarde já tinha circulado por tudo mais de uma vez.

Catedral - Parish Church of St. Florian Vaduz - foi construída entre 1868 e 1873 em estilo neo-gótico. 

A igreja é bem singela e foi alçada a categoria de catedral apenas em 1997. 

Tudo é pertinho. O prédio do governo fica praticamente ao lado da catedral.

O telhado e as pinturas na fachada do prédio do governo formam um dos conjuntos que mais chamam atenção no centro de Vaduz.

Nova Casa do Parlamento. Acima pode-se ver o Castelo de Vaduz.

A Nova Casa do Parlamento fica ao lado do Museu Nacional e em frente a praça Peter-Kaiser.

Städtle - zona de pedestres. 

Museu de Arte Moderna.

Prefeitura ornada com esculturas de cavalos.

Pelas ruas de Vaduz.


Casa Vermelha.

COMO CHEGAR

Partindo de Innsbruck tomei um trem até Feldkirch (ainda na Áustria) por 90 Euros, na primeira classe. Chegando lá é preciso pegar um ônibus para Vaduz (capital de Liechtenstein) que faz o trajeto em 25 minutos e custa 7,70 Euros (ida e volta). Digamos que essa não seja uma das operações mais simples em termos de logística. Os ônibus não saem a toda hora. Partem apenas a cada hora cheia. No retorno tem mais opções. Mais informações no site www.oebb.at

Os trens são muito confortáveis, práticos e super pontuais na Europa.

Também dá para chegar pela Suiça pelas estações de Sargans e Buschs, que fazem fronteira com Liechtenstein. www.sbb.ch

Os aeroportos mais próximos são o de Altenrhein a 50 km, o de Friedrichshafen a 85 km e o de Zurich-Kloten a 115 Km.

QUANDO IR

No inverno, o país atrai quem gosta de esquiar, pois de dezembro a março, os Alpes ficam cobertos de neve. Nos outros meses a temperatura fica mais amena e convida àqueles que gostam de fazer trilhas caminhando ou de bicicleta. A época mais quente vai de julho a setembro.

IDIOMA: alemão.

MOEDA: Franco Suiço (CHF), mas o euro é aceito em todos os lugares.

SISTEMA DE GOVERNO: monarquia hereditária com base no parlamentarismo e na democracia

CIDADES PRÓXIMAS:
Zurich, 110 km
Geneva, 390 km
Munique, 235 km
Frankfurt, 470 km
Viena, 650 km
Milão, 250 km


Desde o século XV, o Principado de Liechtenstein tem o mesmo território e é comandado pela mesma família. Se tornou independente do Sacro Império Romano Germânico quando ele foi desmembrado. Daí suas raízes germânicas. Foi castigado por várias guerras, mas conseguiu se tornar um estado soberano. Aboliu o exército, se declarou neutro e mesmo nas Grandes Guerras Mundiais conseguiu ser respeitado. O que mancha um pouquinho sua imagem é ser conhecido como centro de lavagem de dinheiro. Nem tudo é perfeito...

18 Janeiro 2012

INNSBRUCK EMOLDURADA PELOS ALPES AUSTRÍACOS

Por Claudia Liechavicius

Innsbruck, pequenina cidade austríaca, capital do estado do Tirol. Charmosa. É atravessada pelo gelado rio Inn, fonte de inspiração de seu nome, em alemão "Ponte do Rio Inn". Convidativa. Aconchegada nos Alpes entre montanhas imponentes: Nordkette ao norte (com 2334 m), Patscherkofel (2246 m) e Nockspitze (com 2403 m) ao sul. No inverno, os termômetros acenam com temperaturas muito abaixo de zero grau. Mas, é aí que está o segredo desse centro de esportes de inverno que já sediou duas olimpíadas de inverno, em 1964 e 1976. E, agora está recebendo em torno de 1000 adolescentes, que competem na primeira edição dos Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude.

Nada melhor do que tomar um solzinho na montanha a 2300 metros de altitude, em Nordkette.

A ordem é acordar cedo e rumar para as montanhas. Afinal, no inverno os dias são curtos e para aproveitar melhor o astral dessa estação toda pintada de branco, nada como acordar com os primeiros raios de sol para esquiar, fazer snowboard ou simplesmente curtir as montanhas bebericando um chocolate quente ou um vinho na companhia de amigos. No final da tarde é hora de passear pelas ruas estreitas da pequena Innsbruck, com seu antigo calçamento de pedras e belos prédios com fachadas barrocas e góticas que merecem muita atenção por sua delicadeza.

A rua Herzog Friedrich é a mais charmosa de Innsbruck. 

PELO CENTRO HISTÓRICO

As ruas da parte antiga da cidade não poderiam ser mais encantadoras. Para onde quer que se olhe há uma fachada mais simpática do que a outra. Os detalhes são incríveis. Mas, o grande símbolo da cidade é o Telhadinho de Ouro. Ele foi construído em 1420, por Frederick IV para abrigar os soberanos tiroleses e também foi a residência do Imperador Maximiliano I. Esse imperador foi um nome muito forte na história do Tirol. Ele transformou Innsbruck numa capital imperial e assim, a cidade ganhou destaque como grande centro de política e cultura europeia naquela época. Mais tarde, durante as duas Guerras Mundiais a Áustria sofreu bastante. Pertenceu ao império Áustro-Húngaro que desmoronou durante a Primeira Guerra e mais tarde foi anexada pela Alemanha Nazista, durante a Segunda Guerra. Afinal, dizem que Hitler era austríaco, mas há controvérsias. Hoje, a Áustria tem uma população de quase 9 milhões de habitantes e é um dos países mais ricos do mundo.

O Telhadinho de Ouro se destaca encravado no meio de uma construção mais moderna, na principal rua do centro histórico de Innsbruck. Seus afrescos merecem atenção. 

A casa atualmente abriga um museu com peças da época do Imperador Maximiliano. 
Ao fundo a beleza dos Alpes cobertos de neve.

Andando mais alguns metros está a Torre da Cidade "Staditturm" (que pode ser vista na foto acima). Ela também foi construída no século XV e tem uma escadaria de 150 degraus que merece ser desbravada, pois a vista que se tem da cidade lá de cima é imperdível. 


Foto noturna da Torre.



No inverno a Torre fica aberta à visitação das 10 da manhã às 5 da tarde. A vista é linda.

Em frente à Torre fica a Helblinghaus, a Casa Helbling, com a fachada gótica mais trabalhada da rua. Também data do século XV. Alguns anos mais tarde, a casa ganhou mais alguns afrescos em estuco barroco. Agora funciona como um estabelecimento comercial. 


Não se constranja de ficar horas olhando a Casa Helbling embevecido. 

Outras duas casas que valem a visita são o Ottoburg, onde funciona atualmente um bom restaurante e o Goldener Adler, hotel e restaurante. Os dois prédios ficam um em frente ao outro e datam do século XV. São lindos e os restaurantes merecem um jantar ao estilo austríaco tradicional, com direito a sopas variadas, Schinitzel, Apfelstrudel e vinhos da região.

Andando mais uma quadra se chega a Catedral de St James que foi construída em estilo gótico e mais tarde reformada e convertida ao estilo barroco. Muitas outras igrejas também podem ser visitadas. A cidade é cheia de igrejinhas lindas: Hofkirche, Jesuitenkirche, Stiftskirche e por aí vai...



A visão que se tem das cúpulas da Catedral é mais bonita quando se sobe na Torre da Cidade. 

E, já que estamos falando da Áustria, é claro que não poderia faltar um grande teatro para apresentações musicais. Afinal, muitos dos famosos compositores eruditos do mundo são austríacos: Wolfgang Amadeus Mozart, Franz Schubert, Anton Bruckner, Gustav Mahler, a família Strauss, Arnold Schönberg, Anton Webern.... E, além dos nativos, muitos outros nomes importantes da música foram atraídos para o país como Beethoven e Brahms. Na música popular, o ritmo mais tradicional da Áustria é a valsa. Para assistir algum espetáculo vá ao Landestheater.

O Teatro da Província oferece boa programação de peças, óperas e espetáculos de dança. 

MUSEUS DE INNSBRUCK

E os museus? São muitos. Tem o Museu do Telhado Dourado, o Museu da Cidade, o Museu de Arte Tirolesa, o Museu Ferdinandeum, o Museu do Arsenal, o Museu Alpino, o de Arqueologia Clássica, o Museu do Sino, o Museu dos Trens do Tirol... Mas, o mais interessante é o Museu de Cristal Swarovski.

O museu é um misto de total contemporaneidade com um toque de excentricidade que dá um ar brega-chic. É imperdível. São 14 salas escuras, com iluminação suave e obras inspiradas em artistas como Andy Warhol, Brian Eno, Keith Haring e Niki de Saint Phalle. Todas as salas mostram o poder do cristal. O museu fica a 15 quilômetros do centro de Innsbruck, em Wattens. Para chegar lá tem um ônibus que parte da Estação Central a cada duas horas, das 9 as 5 hs. O ingresso custa 9,50 euros por pessoa. Mas, se você comprar alguma coisa na loja com preço superior a 8 euros tem um abatimento de 2 euros no valor da entrada. Para mais informações www.swarovski.com/kristallwelten

Entrada imponente do Swarovski Kristallwelten.

Aqui uma pequena demonstração do que chamei de brega-chic.

Essa água-viva gigante é uma das obras mais impactantes do museu. Parecem ser várias peças, mas é apenas uma, numa sala toda espelhada e que muda de cor o tempo todo com a iluminação. 

AS MONTANHAS

A cidade é perfeita para quem gosta de esquiar. Fica no fundo de um vale cercado pelos Alpes por todos os lados. O acesso às montanhas é muito simples. Dá para sair do hotel com as botas de esqui nos pés, tomar o trenzinho e subir direto a 2300 metros de altitude tanto em Patscherkofel como em Nordekette. Fácil. Fácil. Mas, tem muitos outros pontos para esquiar. Neve para eles é como praia para a gente.

Patscherkofel é a montanha com melhor infra-estrutura. É  o local das competições dos Jogos Olímpicos da Juventude 2012 e onde foram os Jogos Olímpicos de Inverno de 1964 e 1976. Para chegar lá tem um trenzinho que parte do centro da cidade até IGLS (trajeto de menos de 10 minutos) e de lá tem um bondinho que vai até o pico da montanha. Também dá para subir de carro até IGLS, estacionar e subir no cabble car. O visual do topo da montanha é incrível! 

A caminho de IGLS essa é a paisagem. Maravilhosa.

O Bergisel Stadium (lá no topo da montanha, à esquerda da foto) que também pode ser visto a caminho de IGLS.

O Bergiesel Stadium parece um disco voador pousado no alto da montanha. Mas, é uma pista de ski jump que foi construída em 1925. Mais tarde, foi renovada duas outras vezes por conta dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1964 e 1976. A estrutura foi redesenhada pelo arquiteto inglês Zaha Hadid e chama atenção de longe com seu design moderno, no pico da montanha. No mínimo, memorável.

O vilarejo de IGLS é bem pequeno, simpático e branquinho de neve.

Para ir de IGLS até as pistas de esqui basta subir de bondinho. 

Quando bater a fome é só entrar no SCHUTZHAUS, restaurante localizado no ponto mais alto de Patscherkofel. O restaurante na verdade não é um espetáculo, mas a vista justifica um almoço por ali com certeza. Telefone: 0512-377196.

Vista do restaurante Schutzhaus.


Nordekette. Esta foi a montanha que mais me encantou. Em primeiro lugar por ser muito perto, quase dentro dacidade e com acesso facílimo a partir do centro da cidade. E depois, porque ao chegar lá em cima, num dia de céu azul, se tem uma visão pra lá de privilegiada. É bonito demais. Se vê toda a cidade de Innsbruck no fundo do vale e um cordão de montanhas brancas cobertas de neve à frente. 

Além de lindo é um ponto fantástico para quem gosta de esportes de inverno.

Para chegar em Nordekette é preciso tomar o trem na estação do Congresso e ir até a estação de Hungerburg (cinco minutos de trajeto). Do hotel onde estava hospedada era uma caminhada de uma quadra pela beira do rio Inn. O trajeto a pé já é inspirador.

Com um cenário como esse, às margens do rio Inn, dá até vontade de caminhar sob um friozinho de -8 graus. A verdade é que com a roupa certa o frio fica sob controle.

Em cinco minutos o trem chega a estação de Hungerburg e de lá o funicular vai até o topo da montanha em mais ou menos 10 minutos.

Uau!!!! Espetacular!!! 

COISAS DA TERRA

Bonequinhas tirolesas.

Fiambres.

Sonhos recheados e a tradicional torta "Sacher", feita na cidade desde 1830.


RESTAURANTES EM INNSBRUCK

Goldener Adler. O restaurante fica dentro do hotel de mesmo nome, muito antigo, construído em 1390, que já hospedou muitos nomes importantes. Agora funciona com a bandeira Best Western (a cidade não tem hotéis muito bons). A cozinha é austríaca. Destaque para as sopas, que são ótima pedida no inverno, e para o tradicional Schinitzel - bife a milanesa servido com salada de batata. Fica na principal rua de pedestres da cidade, a Herzog-Friedrich Strass 6. Telefone para reservas: 0512-571111

Ottoburg. Num ponto bem central de Innsbruck, o restaurante fica numa casa muito antiga e simpática, exatamente em frente ao restaurante acima. O atendimento é muito amistoso. Destaque para o goulash, para a sopa de batata e para o apfelstrudel quente com creme de baunilha. Endereço: Herzog-Friedrich Strass, 1. Telefne: 0512-565685

Europa Stüberl. O restaurante fica bem em frente a estação férrea, no hotel Europa. Tem menu degustação de 5 e 7 pratos. Mas, gostei muito dos pratos típicos do país, especialmente "Schlutzkrapfen" que é um ravioli de espinafre; "Tiroler Groöstl" feito com carne, bacon e batatas servido em uma panelinha de cobre com um ovo frito em cima; "Tafelspitz" carne cozida acompanhada com creme de espinafre e batatas; e do tradicional "Wiener Schnitzel"que é aquele bife gigantesco a milanesa que durante uma viagem podemos comer sem culpa. Endereço: Brixner Strass, 6. Telefone: 0512- 587800

Lichtblick. Restaurante super moderno tanto na decoração como no menu. Serve cozinha internacional contemporânea. Fica no sétimo andar do shopping Rathaus, na rua Maria-Theresienstrasse, 18. Tem uma vista linda da cidade. É todo envidraçado. E, no mesmo andar tem o bar 360 do mesmo grupo. www.restaurant-lichtblick.at Telefone: 0512-566550

Schöneck. Restaurante com estrelas Michelin. Excelente. Fica na Weiherburggasse, 6. Telefone: 0512-272728

Café Sacher. Serve tanto almoço como chá da tarde. Vale experimentar a tradicional torta de chocolate "Sacher" famosa na cidade. Vou confessar que não morri de amores, mas é claro que experimentei.

Amorino. É um lugar bem pequeno e simpático. Ótimo para entrar na hora em que o frio apertar para se deliciar com um chocolate quente. Também tem bons sanduíches. Fica na rua principal do centro histórico Herzog Friedrich Strass 10.

INDICAÇÃO DE HOTÉIS

The Penz Hotel Boutique (charmoso e bem localizado)
Hilton (grande e um pouquinho afastado do centro)
Hotel Innsbruck (bem simples mas muito bem localizado)
WeissesKreuz (pensão bem localizada e simpática)

CLIMA

No inverno faz muito frio. A temperatura costuma ficar entre de -3 e -8 graus de dezembro a fevereiro. Mas, estamos falando de uma cidade localizada no meio dos Alpes. Não tem como ser quente no inverno. Em junho, julho e agosto a temperatura pode chegar a 30 graus - o que não é muito comum, pois costuma ser agradável no verão. 

MAPA DA ÁUSTRIA

A Áustria faz fronteira com nada mais nada menos do que 8 países: Alemanha, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Eslovênia, Itália, Suiça e Liechtenstein. É pouco?


Quantos vizinhos ilustres!

Com tempo há muito que explorar pela região.