OS SEGREDOS DE FLORIPA


Muito prazer, meu nome é Florianópolis, mas para os íntimos: “Floripa”! Florianópolis é dotada de forte herança açoriana que pode ser observada no sotaque dos “manézinhos”, na arquitetura das edificações, no folclore e até na culinária. O nome, dessa ilha-capital do estado de Santa Catarina, foi dado por Presidente Floriano Peixoto, no final da Revolução Federalista, em 1894. De lá para cá seu desenvolvimento tem sido enorme e o turismo cada vez mais forte. Afinal, a ilha tem muitos atrativos: praias boas para surfe, passeios de barco, dunas, sandboard, águas calmas, ostras, kitesurfe, rendeiras, lagoas e azaração. A ilha ostenta belíssimas praias. No entanto, o que realmente encanta o visitante é que a beleza não se limita aos atributos da natureza, as areias são muito bem frequentadas. Corpos esculturais e rostos de traços europeus circulam habitualmente sem estresse para o deleite dos visitantes.


Jurerê Internacional, uma das praias mais badaladas de Florianópolis...




... e, além disso, repleta de mansões dignas dos filmes de Hollywood.


Olha a onda!

São tantas as praias com boas ondas para o surfe: Mole, Joaquina, Campeche, Santinho, Brava, Armação e por aí vai. Não importa o vento. Sempre tem um recanto com boas ondas! E a cada ano a praia da moda migra para uma das mais de 100 que recortam a ilha.



Onda é o que não falta em Floripa!


Entre a Lagoa da Conceição e a Barra da Lagoa fica a Praia Mole. A praia é perigosa, cheia de buracos, mas os surfistas adoram. Suas águas são frias e a areia mole, daí vem o nome da praia que é uma das mais badaladas de Floripa. É frequentada por gente jovem, descolada, bonita e que gosta de jogar frescobol, praticar kitesurfe, além de surfar, claro. A paquera rola solta especialmente nas cangas estendidas pela areia e nas casas de suco que ficam por ali.
 
Praia Mole.


Perto dali fica a praia da Joaquina. Têm três quilômetros, areias claras, ondas boas para surfe, mas é perigosa, pois tem muita correnteza. Conta com um estacionamento enorme, o que facilita o acesso. Também tem quiosques, restaurantes e alguns hoteizinhos simples. É cercada por dunas maravilhosas onde se pode praticar o sandboard. Os equipamentos são alugados a dez reais por hora. É muito divertido. Mesmo para quem não quer se aventurar a deslizar pelas dunas. Sentar para ver o pôr-do-sol e os tombos dos principiantes já é uma ótima pedida para o fim de tarde.

Antes de chegar à Joaquina, uma paradinha para o sandboard pode ser boa ideia.



Praia da Joaquina, reduto de surfistas.


Abaixo da Joaquina fica a Praia do Campeche, também à sudeste da ilha, perto do aeroporto. É muito procurada pelos surfistas e pelos moradores de Florianópolis. A praia do Campeche tem onze quilômetros de extensão, circundada por pequenas dunas e vegetação rasteira. Em frente à praia fica a Ilha do Campeche, com exuberante vegetação nativa. Nos dias de mar calmo pode-se chegar na ilha de bote.

Praia do Campeche.


As praias Brava, Ingleses e Santinho ficam no extremo norte da ilha e quase sempre atraem surfistas. A Brava tem mar agitado, água fria e é muito profunda logo na entrada, pois fica no pé de um morro inclinado. Muitos prédios estão sendo construídos nessa região, por isso o movimento é cada vez maior. Le BarBaron é o bar que mais movimenta a praia no momento. 

A praia do Santinho abriga o Resort Costão do Santinho (Estrada Vereador Onildo Lemos, 2505, Praia do Santinho. http://www.costao.com/, telefone 0800 48 1000) considerado um dos melhores do Brasil, com quartos amplos e uma super infra-estrutura. Mas, não indico. Está muito decadente.

Por outros ares e mares 

São tantas opções... Tem a Galheta, praia de nudismo com entrada por uma trilha de dez minutos a pé, que parte do canto esquerdo da Mole. Tem a Armação, tradicional colônia de pescadores da ilha que guarda um antigo vilarejo com capela açoriana e sítio arqueológico. Tem a Matadeiro vizinha à Armação, selvagem e de difícil acesso. Tem Pântano do Sul, vilarejo de pescadores, com um pôr-do-sol magnífico de ser presenciado do Bar do Arante (Estrada Otacílio Gomes 254, Pântano do Sul, telefone 48 3237-7022) restaurante simples, com peixinhos deliciosos, e principalmente conhecido pelas ovas de peixe. O lugar é pitoresco, cheio de bilhetes colados no teto e paredes.

Pântano do Sul.

Criação de ostras...

O Ribeirão da Ilha é um convite a um passeio inusitado. Ficar encantado com as criaçoes de ostras no mar e com os traços da cultura açoriana tão bem preservados na costa interna do sul da ilha de Santa Catarina é uma certeza. Inicialmente, as ostras eram extraídas das pedras onde se reproduziam. Mas depois, o cultivo foi sendo incrementado por novas tecnologias e o resultado não poderia ser outro. São as melhores ostras do Brasil servidas numa profusão de restaurantes deliciosos. O Ostradamus (Rodovia Baldicero Filomeno 7640, Ribeirão da Ilha, (48) 3337-5711, http://www.ostradamus.com.br/) é imperdível। Um píer de madeira se debruça sobre o mar com mesinhas deliciosamente posicionadas para a degustação de ostras in natura, ao bafo, gratinadas, com catupiry, à milanesa, gengibre, carbonel e por aí afora. Depois das ostras, boa pedida é a “Sinfonia dos Náufragos” – um espeto de camarões assados na brasa. Além disso, o visual é incrível. Vale a visita, mesmo sendo um pouco longe do centro.

Ribeirão da Ilha é um lugar muito pitoresco. Além de ostras tem muito "manézinho". 



Ribeirão da Ilha: restaurantes com ostras deliciosas entre casas em estilo açoriano.


Um role pela Lagoa da Conceição

Além de praias, a Lagoa da Conceição é outro lugar badalado e diferente. Com jeitão mais despojado, disputa o título de principal cartão postal da cidade com a Ponte Hercílio Luz. É lá que moram os surfistas da ilha, portanto as principais lojas especializadas em artigos para surf estão nessa região, mesmo que ali não tenha mar nem boas ondas para o esporte. A Mormaii (Rua Manoel Severino Oliveira, 669, telefone: 48 232-1222) é uma das principais representantes da classe. É cria da terra. As melhores praias para a prática do surf e outros esportes radicais ficam logo abaixo da lagoa. Dos morros que cercam a Lagoa da Conceição é possível avistar eventualmente asa-deltas. Nas águas da lagoa, lanchas, jet skis, barcos à vela, pranchas de windsurfe e kitesurfe incrementam o visual. Além disso, pescadores e rendeiras também fazem ponto por essas bandas. Para uma pausa na hora da fome há muitas opções, entre elas o Chef Fedoca às margens da lagoa (Rua Senador Ivo D’Aquino Neto 133, telefone 48 3232-0759), a Pizzaria Basílico (Rua Laaurindo Januário da Silveira 647, telefone 48 3232-1129) ou quem sabe o badalado Confraria das Artes (Rua João Pacheco da Costa, 31, telefone: 48 3232-2298). Pertinho dali, também vale experimentar o restaurante Ponta das Caranhas que tem uma vista deslumbrante (Rod. Jornalista Manoel de Menezes 2377, Barra da Lagoa, (48) 3232-3076, http://www.pontadascaranhas.com.br/).


A Lagoa da Conceição tem muita diversidade: cenário bucólico, restaurantes de frutos do mar, rendeiras e barcos de pesca. 


O umbigo da ilha 

O centro é o ponto de entrada da ilha. É por ali que Floripa se conecta ao continente. No centro rola a vida da maior parte das pessoas que moram na cidade durante todo o ano. Uma caminhada pela orla traz a certeza do encontro com os moradores da ilha em sua atividade física diária. O visual é lindo, especialmente indo em direção a ponte pênsil Hercilio Luz que é considerada a marca registrada de Florianópolis. Tem 819 metros de extensão e foi inaugurada em 1926. Atualmente está fechada para a circulação de carros. Iluminada, à noite, fica ainda mais bonita.


Avenida Beira-Mar.

Perto dali, o Mercado Público (Rua Conselheiro Mafra 255, Centro. Telefone: 2106-7195) vive lotado. Têm mais de cem boxes que vendem peixes, carnes e frutos do mar é um bom lugar para se degustar um peixe fresco ou um pastelzinho de camarão. O Box 32 é um dos favoritos da galera.

Opções de bons restaurantes não faltam no centro.

Se a escolha cair sobre um francesinho básico, então é hora de ir ao Bistrô do Jardim (Largo Benjamin Constant, 663, Centro, (48) 3224-1137, http://www.bistrodojardim.com.br/).

Italiano elegante recém inaugurado é o Osigo (Rua São Jorge 135, Centro, (48) 3025-1127). Cabe ressaltar que a decoração é melhor do que o cardápio.

Para um bom happy hour indico o Emporium Boacaiúva, uma delicatessen super charmosa que agita os finais de tarde catarinenses. Tem iguarias deliciosas e uma boa adega (Rua Bocaiúva 1901, Centro, (48) 3224-1670, http://www.emporiumbocaiuva.com.br/).

Para comer bons frutos do mar, com destaque para todos os tipos de moqueca, a Toca da Garopa é excelente (Rua Alves de Brito 178, Centro, (48) 3223-1220, http://www.tocadagaropa.com.br/)।

Se quiser ir às compras no centro, o comércio se espalha ao longo da Rua Bocaiúva, paralela à Avenida Beira-Mar Norte, além da cidade contar com vários shoppings. Entre eles o Beiramar Shopping bem no centro, o Iguatemi, o Floripa Shopping (SC 401) e o Itaguaçu em São José.

Para uma hospedagem no centro indico o Majestic Palace Hotel (Av. Rubens de Arruda Ramos 2746, Centro, 48 3231-8000, http://www.majesticpalace.com.br/).


O centro da ilha traz as lembranças da colonização açoriana entre suas avenidas. 


É hora de muita festa!

Jurerê Internacional continua sendo “a bola da vez” já há alguns verões. Por ali circulam muitas beldades. As águas são calmas e o dia passa lentamente entre frescobol, vôlei, restaurantes-lounge à beira-mar e muita paquera. As mansões espalham-se sem medo nem muros, pelas ruas de traçado planejado. O motor de Porches e Ferraris ronca para anunciar que a galera está ligada. No Reveillon é quando Jurerê Internacional explode. As mansões são alugadas por grupos de amigos para embalar a queima de fogos da virada do ano, por módicos valores que podem variar de 2 a 6 mil reais por dia.



Jurerê Internacional é onde a galera ferve. 


E a festa não para. O P12 é um dos “beach clubs” mais  agitados de Jurerê Internacional (Serv. J. Cardoso Oliveira L3, telefone 48 3284-8156).

Pertinho dali o japonês Taikô (Avenida das Lagostas s/n, telefone 48 3282-9714) serve pratos elegantes e drinques coloridos, num ambiente descontraído envolto por cortinas cor de laranja.

Para se hospedar, se não quiser gastar muito alugando uma casa indico o Il Campanário, muito simpático, em estilo provençal e bem central (Av. dos Búzios 1760, telefone 0800 6486000 http://www.ilcampanario.com.br/).

Torre do Hotel Il Campanario.

Outra opção é o Jurerê Beach Village localizado à beira-mar, um pouco mais à direita da praia (Av. César Nascimento, 646, Jurerê Internacional, http://www.jurerebeachvillage.com.br/, telefone 0800 480110).

Em Jurerê “não internacional” tem o Villas Del Sol y Mar, pequeno, aconchegante e com conceito de hotel-boutique (Rua Jorge Cherem, 84, Jurerê. http://www.villasdelmar.com.br/ Telefone: 48 3282-0863).

No mês de abril as temperaturas começam a cair e então até outubro a confusão acalma. É a época ideal para quem gosta de sossego, curtir uma caminhada pelo calçadão, bater papo com os moradores e tomar um cafezinho sossegado pelo centrinho do balneário na Avenida das Raias, em pleno Open Shopping Jurerê.

 Nas vizinhanças da badalada Jurerê

Seguindo para o sul, no final de Jurerê Internacional fica a Praia do Forte, onde se localiza o Forte São José da Ponta Grossa, estrategicamente erguido no alto do morro, emoldurado por um belo costão. Essa fortaleza foi construída no final do século XVIII para defender a entrada da Baía Norte. Passou por um período de abandono, foi restaurada e tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1992. Descendo do Forte até a praia, que é um pequeno reduto de pescadores, não se pode deixar de comer as ostras fresquíssimas tiradas da água na hora do consumo ou degustar um belo camarão ao bafo. O restaurante é um pé sujo, com chão de areia. Simples e delicioso. Continuando na direção sul, a próxima praia é a Daniela que já foi tranquila. Já, na outra ponta de Jurerê fica a agitada e confusa Praia de Canasvieiras com seus três quilômetros de extensão, águas mornas e calmas. É o reduto dos argentinos em Florianópolis, que vem de carro e passam uma longa temporada de verão na cidade. Para os nativos é considerada uma praia de “segunda linha”, cheia demais, pouco badalada e mal frequentada. A região é repleta de bares, restaurantes, hotéis, boates, fliperamas e campings. Enfim, toda a estrutura necessária a uma estada digamos que “confortável”. A cidade é realmente democrática. Tem praias para todos os gostos.

Jurerê Internacional.

Guga, um ídolo catarinense


Com um pouco de sorte é possível encontrar com o Guga em algum cantinho da ilha. Ele mora em Florianópolis e está sempre envolvido com o tênis brasileiro. Na foto abaixo, ele se diverte com os amigos em um evento realizado na cidade.


Da esquerda para a direita: Jaime Oncins, Hugo Hoyama, Marcus Vinicius, Vanderlei Cordeiro, Giovane Gávio, Bernard Rajzman, Gustavo Kuerten, Sandra Pires e Robson Caetano.

Outras sugestões de dar água na boca

Confeitaria Chuvisco. Uma tentação! Tem várias lojas na cidade, uma delas fica na Avenida Beira-Mar 210, Centro, (48) 3334-8883, http://www.chuvisco.com.br/

Bistrô d’Acampora. Alameda Casa Rosa. Rodovia Ademar Gonzaga, 3401, Itacorubi, telefone (48) 3338-2332.

Churrascaria Meu Cantinho – tradicional rodízio de carnes. Rua Salvador Di Bernardi 503, Campinas, São José, telefone (48) 3241-8801, http://www.meucantinhochurrascaria.com.br/

Kanpai Cozinha Oriental. Rua Alves de Brito, 161, Centro, telefone (48) 3028-6818, http://www.kanpai.com.br/

Então? Gostou? 
Escolha a sua praia e vá conferir os segredos de Floripa com seus próprios olhos.

Compartilhe:

COMENTÁRIOS

  1. Muito bom sua narrativa sobre Floripa, parabéns!!
    beijinhos
    VS

    ResponderExcluir
  2. OI...
    Como estas?!?
    Queria seu email, pois n. tenho!!!
    Falei com o Marcos e estamos marcando de Jantar no sabado que vem ai no Rio.
    Ele tb pediu para falar contigo sobre o Sheraton... é isso mesmo?!? É com vc que pego a "chave".
    Bem, vou deixar meu email ok?
    karenpimentel@terra.com.br
    Enfim, nos encontraremos... Agora vc tem que escolher o restaurante, pois só caio no Satyricon (rsrsrrsrs)
    Milhares de kisses,
    KK

    P.S.: Amaria viajar como vc... mas o Waldir detesta!!! por isso, para ver tudo terei que ir só!!!
    :+(
    KK

    ResponderExcluir
  3. Mesmo querendo valorizar sua boa narrativa, não posso deixar de dizer que FALTOU FALAR de uma região tipicamente açoriana: Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui. É o lugar onde se come as melhores ostras da cidade; além de peixe e camarão. Na próxima visita, não deixe de conhecer. Vale (muito) a pena!

    ResponderExcluir
  4. DAVI Tinho.
    Escolher os melhores restaurantes e os melhores cantinhos de Floripa é tarefa árduo. Adoro a cidade e tudo que ela oferece, especialmente por ter familiares que moram lá. Por isso, vou muito para Florianópolis, onde me sinto em casa.
    Valeu!!

    ResponderExcluir
  5. Muito bem escrito esse post. Fala exatamente o que é Florianópolis. Vai me servir de inspiração para escrever os próximos posts do meu blog

    ResponderExcluir
  6. Nauber,

    Fico feliz em ser fonte de inspiração pelas minhas palavras.

    Abs

    ResponderExcluir
  7. Olá! Parabéns pelo site.. Adorei!
    Adorei também a matéria da minha cidade, tu explorou muito bem os lugares aqui da Ilha...
    Mas preciso te corrigir em uma coisa :O nome da cidade foi trocado de Desterro para Florianópolis como uma demonstração de autoridade.. Floriano mandou o Coronel Moreira César fuzilar cerca de 200 federalistas da cidade,fomos muito resistentes na luta.. Mas ele acabou por sufocar a revolta..
    E para que nunca mais esquecêssemos dele .. Trocou o nome da cidade. Uma humilhação.
    Por favor corrija isso, dói ler a palavra homenagem relacionada a este homem!
    Mas tirando isso, amei tudo!

    Beijos de uma Mané da Ilha.

    ResponderExcluir
  8. Obrigada,

    Já tirei a palavra "homenagem". Fico feliz com sua contribuição. Estou sempre aprendendo.

    Bj

    Claudia

    ResponderExcluir
  9. Lindas as fotos...Afirmo sem sombra de dúvidas, que Santa Catarina é o melhor estado do Sul do Brasil para se viver... Sou catarinense, claro! rss Mas nossas praias são invadidas por gaúchos, paranaenses todos os anos...Todos desejam estar neste pedaço de paraíso. Além desses vizinhos, pessoas de todo o Brasil visitam o Estado!
    Floria é demais!

    www.amenidadesdekelly.blogspot.com

    ResponderExcluir
  10. Concordo com você, Kelly.

    Adoro sua terra e também gosto de invadir. rs

    Beijos

    ResponderExcluir
  11. Nathalia Cardoso14 de maio de 2013 02:12

    Parabéns pelo post fiel às belezas e particularidades de Florianópolis, muito bem escrito! Bela escolha das fotos tbm, parabéns!

    Morar aqui realmente se encaixa mais na rotina louca do centro... quem dera poder viver sempre admirando a calmaria das praias hehe beijao e volte sempre!

    ResponderExcluir
  12. Indo passar uns dias em Floripa e não podia deixar de conferir as dicas desta amiga querida! <3

    ResponderExcluir
  13. Floripa é uma delícia. Adoro. Vou em dezembro para lá. Aproveita muito e se precisar alguma coisa me fala. Mil beijos, Pri.

    ResponderExcluir

Deixe seu comentário. Obrigada!