Por Claudia Liechavicius
Dijon na primavera, uma delícia ao sol.
Na França, por onde quer que se ande, são notáveis os sinais da imbatível tríade: vinho, gastronomia e esplendor arquitetônico. Não podia ser diferente na região da Borgonha – o coração da França. Fizemos uma parada ao acaso em Dijon e adoramos a recepção calorosa da cidade. Antes da chegada, ainda no trem, os campos de canola, iluminados de um amarelo vivaz já anunciavam o que deveríamos esperar de Dijon. Primavera! Flores para todo o lado. Sol! Pessoas andando pelas ruas para brindar a estação mais colorida da Europa.
Dijon na primavera, uma delícia ao sol.
Na França, por onde quer que se ande, são notáveis os sinais da imbatível tríade: vinho, gastronomia e esplendor arquitetônico. Não podia ser diferente na região da Borgonha – o coração da França. Fizemos uma parada ao acaso em Dijon e adoramos a recepção calorosa da cidade. Antes da chegada, ainda no trem, os campos de canola, iluminados de um amarelo vivaz já anunciavam o que deveríamos esperar de Dijon. Primavera! Flores para todo o lado. Sol! Pessoas andando pelas ruas para brindar a estação mais colorida da Europa.
A estação de trem deixa os passageiros bem no centro da cidade. Não pode ser melhor. O TGV faz o trajeto Paris-Dijon, em pouco mais de uma hora. Que facilidade! Andando dois quarteirões já se chega ao emaranhado de preciosas ruelas deixadas pelos duques de Borgonha e aos elegantes hotéis particulares construídos nos séculos XVII e XVIII.
Sofitel. Um dos hotéis modernos da cidade.
Sofitel. Um dos hotéis modernos da cidade.
As casas com o madeirame a vista garantem o charme de Dijon.

As ruelas de Dijon são muito pitorescas.
Dijon só foi incorporada à França, na segunda metade do século XV, depois da morte de Carlos, o Terrível. Antes disso, o país enfrentava a Inglaterra na Guerra dos Cem Anos e o ducado imperou numa região dividida entre França, Alemanha, Holanda e Bélgica. Seu apogeu foi vivido nos séculos XIV e XV, com significativa produção cultural.
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O ponto alto da cidade é o Palais des Ducs, uma antiga fortaleza que passou por várias reconstruções e por isso mistura diferentes estilos arquitetônicos. O prédio foi construído para abrigar o parlamento no século XVII e hoje mantém o Musée de Beaux-Arts e a administração municipal. Nos seus arredores, vários restaurantes e bares convidam a uma paradinha para o deleite com a gastronomia local, que inclui escargots, trutas, queijos e a conhecida mostarda Dijon.

Fotos do Palais des Ducs.
Também vale conferir a Notre Dame, igreja em estilo gótico do século XIII com os tradicionais gárgulas da época em sua fachada. A Igreja de St. Michel que mistura os estilos gótico e renascentista. O Hotel Aubriot com suas coloridas telhas vitrificadas, além é claro de caminhar pelas ruazinhas estreitas com casas antigas e charmosas que deixam o madeirame à vista. Pertinho dali fica o mercado da cidade que vende produtos típicos da região. Não dá para deixar de fora.
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As principais atrações turísticas da cidade são sinalizadas pela Trilha das Corujas. São 22 pontos marcados no chão com o desenho de uma pequena coruja. No centro de informações turísticas são distribuídos folhetos com a rota que leva em torno de uma hora para ser percorrida a pé.
Imperdível!!
Ao fundo a Igreja de St. Michel e mais a frente St. Etienne.
O Hotel Aubriot com suas telhas vitrificadas merece uma visita.
A bicicleta pode ser um bom meio de transporte em Dijon.
Para quem gosta de pedalar, passeios de bicicleta pela Borgonha são oferecios na cidade, com num percurso de pequena dificuldade. O programa inclui um roteiro de 15 quilômetros pela estonteante região.
Dijon merece uma visita!

Um comentário:
Finalmente conhecerei Dijon! Obrigada pelas dicas!
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