PUNAKHA ENTRE ARROZAIS E MONASTÉRIOS


Punakha foi a terceira cidade que visitei no Butão. Meu roteiro incluía Thimphu, Gangtey, Punakha e Paro, dois dias destinados a cada uma delas. A temperatura na cidade é mais amena do que no restante do país devido a baixa altitude, 1500 metros. Por isso, o líder religioso mora na cidade durante o inverno e em Thimphu no verão. Quando o líder religioso Je Kenpho desce para Punakha em um caravana acompanhada por uma infinidade de monges e devotos fica decretado o início do inverno. A partir de então, os homens podem passar a usar meia-calça por baixo do traje nacional masculino, Gho. Antes disso, apenas meias até o joelho estão liberadas.


Punakha Dzong.

Punakha foi a antiga capital do Reino do Butão até sua transferência para Thimphu, em 1960. A distância entre as duas cidades é de 72 quilômetros, que costumam ser percorridos em pouco mais de duas horas por uma estrada belíssima repleta de terraços de arroz. 

Plantações de arroz são uma constante no cenário.

A região é famosa pelas fazendas que produzem tanto arroz vermelho como branco. O solo próximo ao leito dos rios Pho e Mo Chu é considerado propício ao seu cultivo. O hotel Amankora Punakha ocupa exatamente a sede de uma dessas antigas fazendas. Muito charmoso. Para ter acesso ao hotel é preciso atravessar uma ponte repleta de bandeiras de oração. Depois, um carrinho de golfe leva os hóspedes até a entrada do hotel. Carros não sobem. O lugar é encantador. Silencioso. De uma paz celestial.

Passei meu aniversário lá e recebi tratamento de rainha. Impossível ser mais mimada!

Quarto do hotel Amankora Punakha.

Na chegada recebi de presente um pacote com cinco bandeiras coloridas de oração para amarrar na ponte em frente ao hotel. As bandeiras devem ser colocadas num local que tenha bastante vento para espalhar as orações e garantir boas energias. 

Ponte repleta de bandeiras de oração.

Depois foi a vez da cerimônia Ting-phor. Num altar budista, pela manhã, sete potes devem ser enchidos de água para purificar o ambiente e afastar energias negativas. A cerimônia consiste em orar, fazer a oferenda enchendo os potes com água fresca enquanto se recita o mantra "Om A Hum", confessar suas ações não-virtuosas, pedir os ensinamentos de Buda, clamar para permanecer nesse mundo e prometer agir com boas virtudes. 

Oferenda dos sete potes - Ting-phor.

Assim começou o dia. Carregado de boas energias. Vou lembrar desse aniversário sempre com um sorriso no rosto. Visitei vários templos maravilhosos, plantações de arroz, almocei no topo da montanha  mais alta da região -  Talo, lugar considerado abençoado por ter sido o berço das quatro mulheres de um dos reis - para garantir um ano próspero, recebi de presente do guia e do motorista uma roda de oração e um manto branco. Como se não bastasse ao entardecer recebi do hotel um drinque de romã para brindar a data e fechei o dia com um jantar surpresa, numa sala especial toda enfeitada com balões e pétalas de flores, com direito à bolo confeitado com saudações budistas em meu nome. Perfeito.


Almoço ao estilo pic nic oferecido pelo hotel para comemorar meu aniversário, no vilarejo mais alto de Punakha, Talo. É considerado um lugar de bom Karma.

E para finalizar o dia, um drinque de romãs no pátio interno do hotel. Lugar muito simpático iluminado apenas por candelabros e uma enorme lareira.

CONHECENDO PUNAKHA

Mesmo tendo sido a antiga capital do Reino do Dragão, Punakha é uma cidade bem pequena. Tem menos de 25 mil habitantes. O centro tem meia dúzia de ruas bem sem graça. Os prédios todos têm três andares sendo os dois superiores residenciais e o térreo com estabelecimentos comerciais. As lojas são muito simples e vendem uma pequena variedade de produtos. Para os butaneses, os preços são muito acessíveis. Por um corte de cabelo, por exemplo, eles pagam 1 dólar, mas para os turistas tudo muda de figura e os preços vão lá nas alturas.

Centro de Punakha.

A simpatia da vendedora de um mercado de Punakha.

Observe o vendedor com a boca toda vermelha de mascar Doma

Templo no centro de Punakha.

O que encanta em Punakha é a grande quantidade de monastérios escondidos pelas montanhas e as plantações de arroz.

Um dos monastérios mais surpreendentes do Butão é o Punakha Dzong também chamado de Pungtang Dechen Photrang, que significa "o palácio da grande felicidade". Sua construção data do século XVII. Ele foi erguido exatamente no ponto de junção dos rios Pho Chu (pai) e Mo Chu (mãe), no vale Wangdue, a partir de uma profecia do Guru Rinpoche. É o segundo palácio mais antigo do Butão e um dos maiores. Enquanto Punakha era a capital ali funcionava o centro administrativo do país. Hoje, o Punakha Dzong é o centro religioso de inverno do Butão e tem uma enorme escola de monges. Je Kenpho e seu grupo de monges permanecem por seis meses no monastério, a cada ano.

Punakha Dzong.

Ao longo de sua história, o monastério já sofreu incêndios, enchentes e terremotos. Mas, continua imponente com sua arquitetura delicada e pinturas impressionantes. A entrada é feita por uma ponte que atravessa o rio Mo Chu. As enchentes nos rios da região são comuns devido ao degelo das montanhas do Himalaia. Em várias ocasiões a ponte foi levada pelas águas. Em 2006, foi refeita mais uma vez no mesmo padrão das anteriores.

 Ponte de acesso do Punakha Dzong.

Depois da ponte vem uma enorme escadaria de pedras conectada com outra escadaria removível feita em madeira, além de um grande portão de madeira. Isso tudo servia para proteger o palácio de possíveis invasões. As pinturas nas paredes do prédio de entrada são belíssimas e contam histórias sobre o budismo.


Escadarias da entrada principal.


Inscrições budistas no hall de entrada do Punakha Dzong.

O complexo consta de seis prédios espetaculares e três pátios internos que circundam uma torre central.  No primeiro pátio ficam os escritórios de administração do monastério, ao redor de uma grande árvore. No segundo pátio está a ala residencial dos monges. No terceiro pátio fica o grande templo onde presenciei Je Khenpo celebrando o início do inverno numa cerimônia emocionante que dura um dia inteiro. Tive a sorte de acompanhar os rituais budistas pela manhã. Pena que nada possa ser fotografado.

Ao fundo, a porta de entrada do Dzong. Os prédios que ficam ao redor desse primeiro prédio têm escritórios administrativos.


A torre branca representa o ponto central do complexo. É a única estrutura com 5 andares.


Detalhes da torre central.

Máscaras fazem parte da ornamentação do monastério.


Ala dos dormitórios dos monges.

Templo frequentado por Je Kenpho e seus monges durante o inverno no Butão.


Pintura em uma das paredes externas do templo.

Monges acompanhando a cerimônia do líder Je Kenpho.


Dia de celebração. Os monges estavam felizes e cada um tinha uma função. Os menores eram encarregados de distribuir água, chá e biscoitos. Um inspetor sisudo circulava entre os meninos com um chicote na mão cuidando para ninguém sair da linha.


Terceiro pátio interno, em frente ao grande templo.

Outro templo fantástico em Punakha é o Khamsum Yulley Namgyal Chorten. Para chegar lá é preciso fazer uma bela caminhada de uns 30 minutos montanha acima entre plantações de arroz. Mágico. Nem dá para cansar de tão bela a paisagem no fundo do vale. 

O monastério Khamsum Yulley Namgyal aparece pequenino no topo da montanha de Punakha

Nos arrozais do Butão ainda são usados métodos bem rudimentares. Tudo é feito manualmente por um grupo de moradores da comunidade que se reúne para trabalhar nas plantação e na colheita. Os campos amarelos repletos de arroz são belíssimos. E, enquanto os pais cultivam o principal alimento do país, as crianças brincam ao seu redor. O ambiente é descontraído e familiar.

Crianças brincam nos terraços de arroz de Punakha.

Depois da longa caminhada, chega a bela recompensa. O monastério levou 9 anos para ser construído. Sua arquitetura é a butanesa tradicional. A fachada é muito trabalhada e o interior do templo impecável, limpíssimo e repleto de belas estátuas budistas. Foi construído por uma das rainhas do Butão e dedicado ao bem estar do Reino e aos benefícios de toda a humanidade.

 
Khamsum Yulley Namgyal Shorten com sua linda arquitetura.

Ao redor do templo principal várias pequenas estupas, esculturas e duas grandes rodas de oração repousam tranquilamente entre os jardins floridos e muito bem cuidados. 

Várias pequenas estupas circundam o Khamsum Yulley Namgyal Chorten.

Esculturas e fontes enfeitam os jardins ao redor do templo.

Subindo até o último andar do monastério se pode ver todo o vale e as plantações amarelas de arroz ocupando o leito do rio. É um belo momento de contemplação.

Plantações de arroz em Punakha.

Andando mais alguns quilômetros chega-se a um lugar simples, mas de uma força enorme: Chimi Lhakhang, o Templo da Fertilidade. O pequeno monastério fica no vale de Lobesa, entre Punakha e Thimphu. É dedicado ao lama Drukpa Kuenly.

Como sempre é preciso caminhar, mas dessa vez a caminhada é de apenas 15 minutos e por um terreno não muito íngrime que passa bem no meio dos arrozais do vilarejo - que nesse caso são planos e não pendurados pelas encostas do morro como a maioria.

Uma caminhada pelos arrozais de Punakha leva ao Templo da Fertilidade.

Pausa para um pequeno descanso.

E depois de quinze minutos lá está Chimi Lhakhang no alto da colina.

O lama Drukpa Kuenly viveu no Butão no século XVI. Contam que ele lançou a flecha da sabedoria da sua terra natal, Tibet, em direção ao local para onde levaria seus ensinamentos. O destino foi o Butão. Ele tinha a intenção de quebrar as convenções sociais da época e encorajar os trabalhadores a estudar o budismo com uma mente aberta. Empregava uma linguagem obscena, bebia muito e usava forte apelo sexual para difundir suas crenças. Apesar desses métodos bem pouco convencionais  ele é considerado um dos grandes mestres budistas do país. Prova disso é que seus preceitos são citados e seguidos ainda hoje,  falos são pinturas comuns em todo o país e o arco e flecha é o esporte nacional.

O vilarejo aos redor do Templo da Fertilidade é todo ornamentado com desenhos fálicos em homenagem aos métodos pouco ortodoxos de Drukpa Kuenly. Simbolizam prosperidade.

Se o vilarejo ao redor do templo já chama atenção com seus enfeites inusitados, as paredes do interior do monastério então são capazes de deixar muitas butanesas ruborizadas com as ilustrações que relatam algumas lendas sobre o mestre. O guia que nos acompanhava conhecia várias estórias as quais relatava sem a menor cerimônia. A que mais me marcou se refere ao modo como ele converteu sua mãe aos ensinamentos budistas. Segundo a lenda, ela era uma mulher muito ativa. Passava o tempo todo envolvida com os afazeres domésticos, cuidando da família e não tinha tempo para se dedicar à religião. Então, ele resolveu ter um envolvimento sexual com a própria mãe e contou para a vizinhança. A vergonha da mãe foi tanta que ela nunca mais saiu de casa e para encher o tempo passou a se dedicar ao budismo. Bem estranho. E essa é apenas uma das tantas estórias do lama que usava a  sexualidade para atingir seu alvo. 

Chimi Lhakhang.


O Templo da Fertilidade é cercado por rodas de oração.

Atualmente, esse pequeno templo é visitado por muitos peregrinos em busca de bençãos divinas para receber a graça da concepção e para garantir a proteção de seus filhos. A maior parte dos visitantes são casais jovens e mulheres com os filhos recém nascidos nos braços. 

Muitas bandeiras de oração tremulam no caminho que leva à Chimi Lhakhang.

Em Punakha foi onde visitei o maior número de monastérios. O Sangchen Lhuendrup Choling Nunnery é bem recente. Abriu suas portas em 2010. É muito bem cuidado. Fica no topo de uma montanha alta e tem uma vista belíssima. Lá dentro, meninas com a cabeça raspada olhavam curiosas para meus cabelo longo. Algumas apontavam, outras olhavam sem graça enquanto trabalhavam em argila fazendo pequenos objetos que seriam doados para outros monastérios. Senti pena de ver aquelas meninas tão jovens isoladas do mundo e sem a menor feminilidade.

Meninas monjas de Sangchen Lhuendrup Choling Nunnery.

Monastério de Sangchen Lhuendrup Choling Nunnery.

Detalhes da porta de entrada de Sangchen Lhuendrup Choling Nunnery.


Vista que se tem de Punakha a partir do monastério das monjas.

Perto do monastério das meninas há outro templo interessante. Nalanda. Foi construído num lugar de difícil acesso, abaixo do vilarejo de Talo, em 1754, pelo Rinpoche Gelwang Shaja Rinchen que segundo relatam era uma reincarnação de Rechungpa. O primeiro monastério Nalanda fica na Índia, no estado de Bihar. É considerado um lugar muito sagrado. No entanto, como os butaneses tinham dificuldade para ir até lá pela distância e pelas diferenças culturais, resolveram fundar o segundo Nalanda, no Butão. O local foi escolhido por ter sinais auspiciosos. Atualmente, os monges de Nalanda são muito orgulhosos de ter, segundo afirmam, um menino que é uma reincarnação do Rinpoche.

Monastério Nalanda.

O acesso ao Nalanda é difícil, como na maioria dos monastérios.

Perto de Nalanda belas paisagens montanhosas e uma agricultura bem rudimentar.

NA FEIRA LIVRE

Não há lugar mais revelador sobre a alma de um país do que uma feira. Considero uma visita imprescindível em uma viagem. É preciso desconsiderar a bagunça, o movimento exagerado de pessoas e às vezes até o mau cheiro. Uma feira revela o retrato do país. As cores, os cheiros, os sons, o comportamento, os hábitos se mostram sem frescura, sem nenhuma roupagem. Então, não podia faltar esse item no Butão. E lá fui eu para a feira. 

Feira livre de Punakha.

Irmãs vendedoras de arroz.

Lugar simples, gente simpática vestindo seus trajes nacionais. Algumas frutas e legumes conhecidos, outros bem exóticos. Muito arroz, pimenta de todo tipo, e claro, a danada da doma não podia faltar. Lá estava ela em cestas enormes.


Essa é a tal da doma.

A doma é ma espécie de noz com um cheiro muito forte e esquisito que eles embrulham numa folha que contém uma pasta cor de laranja a base de cal, mais estranha ainda. Ela é usada para aquecer as pessoas no inverno e dar mais energia. O problema é que ela vicia. E fica difícil largar o hábito. Todo mundo masca a doma. Adultos, velhos, crianças, monges. Pelas ruas é comum ver pessoas com a boca vermelha e cuspindo vermelho pelo chão. É o efeito da doma. Quando mascada ela deixa uma colorido forte na boca. Parece que a pessoa está de batom. O gosto é absolutamente horroroso!

Folha para enrolar a doma.

A feira butanesa é muito peculiar. Balanças antigas são seguradas pela mão para pesar os produtos. Quem está comprando coloca suas mercadorias em cestas de palha presas às costas ou em sacolas feitas com tiras de plástico tramadas manualmente. 

Cada um vende o seu peixe.

A maioria dos produtos vendidos são produzidos pelas próprias pessoas que os comercializam. Até bem pouco tempo tudo era feito na base da troca e não se usava dinheiro. Agora as coisas estão evoluindo. O Ngultrum é a moeda local.

Vendedora de pimenta recebe uma nota de Ngultrum, dinheiro local.

A visita à feira foi bastante interessante! Conversei com muitas pessoas, dei boas risadas, recebi sorrisos e conheci um pouco mais sobre a cultura do Butão.

Punakha é uma cidade que não pode ser deixada de lado numa viagem ao Reino do Dragão.

O próximo post será sobre Paro. A última cidade que visitei e onde fica o Ninho do Tigre. Espero vocês novamente na próxima semana.


O QUE VER EM PUNAKHA
  • Fazendas de arroz
  • Monastérios: Punakha Dzong, Khamsum Yulley Namgyal Chorten, o Templo da Fertilidade - Chimi Lhakhang, Sangchen Lhuendrup Choling Nunnery
  • Feira livre

ONDE FICAR
  • AMANKORA PUNAKHA (o mais charmoso de todos os hotéis Amankora do Butão)

TEMPO DE DESLOCAMENTO
  • PUNAKHA - PARO: cinco horas
  • PUNAKHA - THIMPHU: duas horas e meia 
  • PUNAKHA - GANGTEY: duas horas e meia 
  • PUNAKHA - BUMTHANG: 7 horas

LEIA TAMBÉM:

Compartilhe:

COMENTÁRIOS

  1. Que delícia de aniversário, parabéns! Bastante saúde, amor e viagens...rsrsrsrs. Lindo o colorido das imagens, as plantações de arroz...sem contar o 'falo' distribuído nas paredes ;-) Beijocas!

    ResponderExcluir
  2. Imagens de tirar o fôlego!
    Linda viagem! Fé e harmonia!
    Bjos

    ResponderExcluir
  3. Taia,

    Para comemorar a entrada em uma nova década eu precisava de um lugar que me encantasse. Escolhi o Butão que estava no topo da minha wish list. A escolha foi acertadíssima. Adorei o país, fui muito bem tratada pelas pessoas que conheci e minhas lembranças são as melhores!!!

    Bj

    Claudia

    ResponderExcluir
  4. Oi Flavinha,

    Obrigada pelo comentário tão querido como sempre.

    Beijos

    ResponderExcluir
  5. Que fotos lindas!
    Este lugar é mesmo mágico.

    Rui de Visitar Nova York

    ResponderExcluir
  6. Querida Claudia:

    o teu relato sobre o Butão foi o mais extraordinário e lindo que já li sobre aquele exótico e longinquo país!
    Aliás, graças a ti,aprendi um bocado de história e fatos interessantes sobre aquele povo e lugar.Que bom que festejaste teu aniversário num cantinho do mundo tão especial !
    Bjs
    MT

    P.S. as fotos lindíssimas, como sempre

    ResponderExcluir
  7. Rui,

    O Butão é pouco conhecido e pouco aberto ao turismo. Para quem gosta de culturas genuínas e bem preservadas é um destino imperdível.

    ResponderExcluir
  8. MT

    Obrigada pelos elogios. Fico feliz que você tenha gostado. Foi um aniversário muito especial. Não vou esquecer jamais.

    Beijos

    ResponderExcluir
  9. Que forma maravilhosa de festejar o seu aniversario: com rituais e paisagens fantásticas!!!

    Feliz aniversario!... agora uns votos já bastante, bastante atrasados.

    beijinho

    ResponderExcluir
  10. Turista,

    Obrigada. É sempre muito bom receber os parabéns mesmo que um pouquinho depois da data. O que importa é o carinho!
    Os posts têm demorado para a sair pois quando não consigo escrever durante a viagem sobra pouco tempo. Gosto de matérias longas, por isso dedico dois ou três dias em cada post. E quando estou trabalhando o tempo encolhe drasticamente. rs
    Um beijo
    Claudia

    ResponderExcluir
  11. Claudia,
    Que viagem mais LINDA. Vou "guardar" o Butão para um momento especial (adorei a ideia da comemoração).
    Os posts inspiram felicidade!
    Um beijo,
    Lucila

    ResponderExcluir
  12. Claudia,

    Uma leitura deliciosa, sem dúvidas.

    Imagino como vc deve ter se sentido no dia do seu aniversário com os rituais e mantras (adoro essas coisas que só fazem bem!).

    Fiquei com peninha das meninas de cabelo raspado e achei curioso o método nada ortodoxo na tentativa de converter as pessoas ao budismo...rs. Bom, tem gente que diz que os fins justificam os meios...haha.

    Certamente a leitura da viagem despertou meu interesse de, um dia, conhecer este lugar. Um retiro espiritual com tão belas paisagens fortalece nosso espírito e nos dá energia para seguirmos a caminhada da vida.

    Beijos,
    Andressa

    ResponderExcluir
  13. Lucila,

    Eu não podia ter escolhido melhor o lugar para comemorar meu aniversário. Faria tudo outra vez e do mesmo jeito.
    É um reino muito especial.

    Beijo

    Claudia

    ResponderExcluir
  14. Andressa,

    Amei seu comentário!!!

    O aniversário foi muito especial. Fui paparicadíssima pela equipe do hotel.

    O Butão é um país muito diferente de tudo aquilo que estamos acostumados a ver. São poligâmicos, de um budismo bem "interessante", têm hábitos culturas muito genuínos, mantêm suas tradições intactas...

    É uma super viagem. Voltei zen!!!

    Beijos

    ResponderExcluir
  15. Para mim, uma das melhores coisas da vida é viajar. Seja perto ou longe, o importante é conhecer novas pessoas e lugares. Já visitei alguns países e procurando saber sobre Singapura encontrei seu blog, não pude realizar a viagem no ano passado, porém já está agendada para agosto deste ano. E para o ano que vem, adivinha? Butão...sempre fui curioso sobre este país e lendo seu blog decidi que realmente teho que conhecer! Moro no Japão, então não fica tão longe..rs. Muito obrigado por compartilhar conosco suas viagens! Realmente seu blog é fantástico! Parabéns!!

    ResponderExcluir
  16. Emerson,

    O Butão é incrível. Super viagem. Você vai gostar muito, com certeza. De uma espiritualidade fantástica. Fiquei apenas 8 dias. Dá para ficar mais.

    Singapura também é muito interessante. É um híbrido de ocidente com oriente. Limpíssimo. Cheio de lugares lindos para se conhecer.

    Boas viagens!!!

    ResponderExcluir
  17. Nossa que fotos lindas, coloridas e as paisagens... mágicas, pitorescas. Estou encantada

    ResponderExcluir
  18. Oi Claudia! Adorei seu post do Butão, super util! ;) Estamos indo para lá em alguns meses e gostaria de saber a agência que você utilizou!?! Tks, Ju! (Te envio o nosso site com as nossas andanças de sete meses já: www.pedrocadeaju.com.br)!

    ResponderExcluir

Deixe seu comentário. Obrigada!