Claudia Liechavicius

16 Agosto 2009

MOSCOU, MAJESTOSA ENTRE TORRES E CÚPULAS

Por Claudia Liechavicius

É a segunda vez que visito esse país gigantesco situado a meio caminho entre Ásia e Europa - a Rússia - que sempre foi para mim um lugar cercado de mistérios. Em primeiro lugar porque desde pequena ouvia meu avô falando palavras que eu não conseguia entender e ele não fazia a menor questão de ensinar. Uma pena. Mas, fugir de um país em guerra deve ser realmente muito sofrido. E, além disso, politicamente, o país foi por muito tempo um enigma para o mundo. Aliado ou inimigo? Bom ou mau? O que importa é que tudo mudou. Passado o tempo cinzento que outrora viveu, Moscou agora brilha entre torres douradas e cúpulas coloridas. O ballet do Exército Vermelho que fez o mundo tremer foi substituído pela delicadeza dos passos do Bolshoi.


FIM DO REGIME SOVIÉTICO

Ao longo do século XX, a Rússia viveu regimes antagônicos. Passou da monarquia dos czares ao regime socialista e nos anos 80, com a economia a beira do colapso teve que aderir à ordem liberal. Assim, depois de setenta anos de regime socialista teve finalmente que ser submetida a um programa de reformas radicais para conseguir se adaptar ao modelo econômico ocidental e rever a herança deixada pela Revolução Bolchevique, de Lênin e Stalin. Foi difícil e a União Soviética se desmantelou. Quem esteve no país nessa época presenciou a precariedade de serviços básicos e a escassez de alimentos. Os cidadãos comuns não tinham acesso a nada. Nem roupas, nem comidas, nem obras de arte. Nada. Mikhail Gorbatchov herdou o país assim, à beira do caos. Para tentar virar o jogo, anunciou seu plano de reformas econômicas – a Perestroika – e lançou um programa de transparência política – a Glasnost – que prometia o fim da repressão policial. Isso permitiu com que a sociedade tomasse parte da situação e assim foram possíveis mudanças reais que continuaram a ser comandadas pelos presidentes Boris Yeltsin (1992), Vladimir Putin (1996), Dmitri Medvedev (2008) e, mais outra vez Putin (2012) . Moscou agora experimenta a liberdade e as mazelas do capitalismo. O consumismo dá sinais nas ruas abarrotadas de lojas de grifes, empresas surgem criando uma leva de novos milionários, a vida noturna ferve regada a vodca com caviar e grandes redes de hotéis plantam sementes para garantir seu quinhão.
Vista noturna do Kremlin, as margens do rio Moscou.

O KREMLIN E A PRAÇA VERMELHA

Numa visita à Moscou não se pode deixar de conhecer dois lugares: o Kremlin e a Praça Vermelha. Só isso já vale a viagem. Eles simbolizam a grandiosidade e o poder de Moscou. É lá que pulsa o coração da país e de onde partem todas as ruas da cidade. A história, os dramas, a política e as memórias do czar Ivã - o Terrível, Catarina – a Grande, Lênin, Stalin e Gorbatchov fazem eco naquelas muralhas. Caminhar pela Praça Vermelha e pelo Kremlin e se deparar com a beleza da Catedral de São Basílio, a imponência do Mausoléu do Lênin, a ousadia do Shopping GUM e as cúpulas das igrejas ortodoxas é de tirar o fôlego.
Kremlin: Palácio Terem, Palácio Facetado e as torres da Catedral da Anunciação.
O Kremlin é o local mais visitado pelos turistas em Moscou. É uma grande área cercada por muralhas que guardam prédios importantes, como o Palácio do Kremlin, o Senado, a Torre do Grande Sino, a Catedral Sobornaya, a Catedral da Anunciação, a Catedral do Arcanjo Miguel, a Coleção de Jóias, o Palácio Terem e o Palácio Facetado.


A Torre de Trinity, antigamente era o portão por onde entravam as esposas e filhas dos czares no Kremlim, além dos patriarcas. Atualmente, é um dos portões que admite a entrada de visitantes.




A Catedral da Anunciação foi feita em 1484, a pedido de Ivan III.





A coleção de jóias russas está guardada em um museu super requisitado pelos turistas. 
Para vê-las é preciso enfrentar uma longa fila de espera.










Proteção total para o Exército Vermelho, os muros são gigantescos.



A Praça Vermelha é a praça mais famosa do mundo. Considerada Patrimônio Cultural da UNESCO é vizinha ao Kremlin e fica separada dele apenas por uma muralha. É na praça que fica o Mausoléu do Lênin - que lá descansa embalsamado há mais de 70 anos; a Catedral de São Basílio - com seu colorido imbatível; a Catedral de Kazan; o Museu de História da Rússia; o Gum - primeiro shopping da cidade; o Portão Ibérico e as estátuas de Kuzma Minin e Dmitry Pozharsky, heróis nacionais que defenderam a Rússia dos ataques poloneses.

Mausoléu do Lênin.

Catedral de São Basíio.

A Catedral de Kazan é uma réplica da igreja original que foi destruída em 1936.







O Portão da Ressurreição fica na entrada da Praça Vermelha e é composto por duas torres gêmeas que foram restauradas em 1995.


Museu da História da Rússia.

Catedral de Cristo, o Salvador


Essa é a mais alta Igreja Ortodoxa do mundo.Tem a altura de um prédio de vinte andares. Foi construída em 1860, por ordem de Alexandre I e levou mais de vinte anos para ficar totalmente pronta. Em 1931, a catedral foi bombardeada e quase totalmente destruída, mas uma bela restauração trouxe seu esplendor de volta.








Ao fundo, a Catedral de Cristo.



A Igreja Ortodoxa Russa


Para valorizar ainda mais a beleza das catedrais espalhadas pela cidade é preciso entender a religião no país. O cristianismo foi introduzido na Rússia no século IX, por Santo André e propagou-se por influência de Basílio I, imperador do Bizâncio. Dentro dos preceitos da Igreja Ortodoxa Russa, que é uma ramificação da Igreja Cristã do Oriente, os ortodoxos não reconhecem a supremacia do papa como os católicos, não adotam o celibato, acreditam que o Espírito Santo provém do Pai e não do Filho e não aceitam o purgatório. Nos cultos ortodoxos não há instrumentos musicais nem pode haver imagens de santos esculpidos nas igrejas. Mas, as cúpulas das igrejas são lindas e os ícones são fascinantes.








As cúpulas coloridas da Igreja da Ressurreição.










Dentro das igrejas, os ícones religiosos merecem atenção pela sua beleza.



A antiga Arbat


Arbat é uma rua de pedestres cheia de lojinhas com souveniers, inclusive as famosas "matrioshkas". Tem cafés e restaurantes que servem uma boa comida local, não esqueça dos "Blinis de Caviar". Vive lotada. No século XIX era ponto de encontro de músicos, artistas e poetas russos. Alguns deles inclusive tiveram suas casas preservadas como museus. Esse é o caso do poeta Alexander Pushkin, do escritor Andrei Bely e do compositor Aleksandr Skryabin - todos os museus ficam na Ulitsa Arbat.


"Matrioshkas" são bonequinhas feitas em madeira, pintadas em tons coloridos, que se encaixam umas dentro das outras. São típicas da Rússia. Boa sugestão de lembrança da viagem. Há muitos quiosques na Ulitsa Arbat com esses mimos.










Rua Tverskaya


Essa rua era usada pelos czares, como saída oficial para São Petersburgo. Agora é a principal rua comercial de Moscou com shoppings, restaurantes e hotéis. Na época em que Moscou foi reconstruída por Stalin muitos prédios foram postos abaixo para que a rua fosse alargada. Prédios residenciais foram ali construídos para os operários. Para contrariar a vontade do ditador, muitas construções do período pré-revolucionário ainda se encontram em pé para contar sua história. É nessa região que fica o Teatro Bolshoi. Não deixe de ir até lá e assitir o melhor ballet do mundo.

Heranças de Stalin

Entre 1930 e 1950 Moscou presenciou o aparecimento de sete prédios enormes, em estilo gótico e tons acinzentadas. Eles tinham o propósito de demarcar o núcleo histórico da cidade e mostrar o poder de Stalin. Eles formam uma espécie de anel que circunda a parte mais importante da cidade e podem ser vistos de longe, pois são muito altos e diferentes das demais edificações.



Os arranha-céus góticos de Stalin são vistos em vários pontos da cidade.


Museus a ceú aberto

Muitos são os museus tradicionais que podem ser visitados em Moscou. Dentre eles há o Museu Histórico, com um acervo que conta a trajetória do povo russo; o Museu de Belas Artes de Pushkin com obras do artista; o Museu Dostoievsky que expõe objetos pessoais do escritor; o Museu Tolstoy antiga residência do escritor. Mas, alguns parques abertos, escondidos pela cidade guardam relíquias poderosas que não estão nos museus tradicionais e fazem parte da história da Rússia, como obras de Mayakovsky (que podem ser encontradas num parquinho infantil que fica atrás do Hotel Presidente) e bustos de Lenin e Stalin.











Vladimir Mayakovsky era um poeta anárquico revolucionário contrário às idéias soviéticas vigentes na época. Ele se matou ainda jovem e suas obras refletem o desprezo pela brutalidade que o regime impunha aos cidadãos.



A estátua do terrível Stalin está esperando um museu mais nobre, mas enquanto isso não acontece ele continua ao relento, assim como tantas outras peças.


O Metrô de Moscou

Em poucos lugares do mundo pode-se perceber que as estações de metrô foram construídas com tamanha suntuosidade a ponto de se tornarem atração turística. Algumas plataformas parecem miniaturas de palácios com obras de arte, mosaicos e arquitetura imponente. A estação Ploshchad Revolyutsii tem estátuas de bronze de cidadãos russos em tamanho natural. A Novokuznetskaya tem painéis, no hall central da estação, com imagens de militares durante a II Guerra Mundial. A Teatralnaya é decorada com painéis no teto que mostram cenas do cotidiano do país. A entrada da Arbatskaya tem o formato da estrela vermelha soviética. O metrô russo foi um dos pioneiros. Em 1939 já tinha 22 estações servindo à população.

Taxi, sim ou não?

Bem, essa é uma questão delicada em Moscou. Muitos taxis que rodam na rua não são oficiais e fazem uma espécie de "lotação", transportam várias pessoas que vão pelo mesmo caminho. Para os turistas isso pode sair caro, pois como esses carros não têm taxímetro e a língua é difícil, muitas vezes ao chegar no destino final o motorista se faz de desentendido e o preço fica alto. O ideal é chamar o taxi pelo telefone e não tomá-lo na rua, o que pode demorar um pouco mais. Mesmo assim é caríssimo. Quando puder use o metrô, mas evite os períodos de pico de movimento. Diariamente, passam mais de 9 milhões de pessoas pelas estações de metrô de Moscou. É gente!










Melhor época para ir à Moscou


O verão russo acontece nos meses de junho, julho e agosto. A cidade fica mais colorida e animada nessa época. Nos meses de setembro, outubro, novembro, março, abril e maio é friozinho, mas ainda dá para suportar. No forte do inverno, dezembro, janeiro e fevereiro as temperaturas podem ir além de 30 graus abaixo de zero. Para quem não é acostumado com o frio, essa temperatura é quase insuportável.

Visto para entrada de brasileiros no país


Até bem pouco tempo atrás entrar na Rússia significava burocracia e complicação. Agora, o país não exige mais visto para quem pretende passar até 90 dias em suas terras. Essa nova regra segue o acordo de reciprocidade, no qual russos também não precisam de visto para entrar no Brasil por esse mesmo tempo. Que bom! Ficou mais simples.

Bons Restaurantes


Shinok. Comida ukraniana deliciosa. Além disso, o ambiente é super interessante com uma mini fazendinha no seu interior. Vaca, coelho, pavão, faisão e galinhas recebem cuidados o tempo todo. Muito autêntico. Telefone: +7 495 6518101. Fica na rua 1950 Goda, 2. www.shinok.ru

Café Pushkin. Tradicional e badalado restaurante russo. Vive cheio de gente bonita. http://www.gastronom.ru/resto.aspx?id=111 Endereço: Москва,Тверской бул., 26а
Тelefone:(495) 739-0033

Turandot. Ambiente sofisticado. Os pratos são muito bem apresentados e excelentes. http://www.restoran.ru/msk/detailed/restaurants/turandot Telefones: (495) 988-2656 e 506-0033



Imformações úteis

Idioma: russo. As pessoas mais velhas não fazem o menor esforço para entender os turistas, mas os jovens arriscam num inglês rudimentar.

Fuso Horário: 7 horas a frente do horário de Brasília.

Moeda: rublo,1 real vale 17 rublos

26 comentários:

Padre Mateus disse...

Parabéns pela reportagem.
Por favor corrija uma informação sobre a Igreja Ortodoxa: Nós acreditamos na virgindade perpétua de Maria: ela é venerada como sendo a Toda Santa, Toda Pura, Bendita e Gloriosa, Sempre Virgem Mãe de Deus.

Mais uma vez parabéns.

Pe. Mateus (Eça)

claudia liechavicius disse...

Caro Padre Mateus,
Obrigada pela informação. Já alterei no blog. Mas, costumo pesquisar detalhadamente tudo que escrevo. Nesse caso, usei como fonte o livro de História "Das cavernas ao terceiro milênio", de Patricia Braick e Myriam Mota, Editora Moderna, segunda edição, página 85. Eu imaginava que um livro didático fosse fonte segura. Acho que me enganei.
Um abraço
Claudia Liechavicius

Pri Piffer disse...

Mostrei seu blog para todos aqui na redação, todo mundo adorou!
E tenho uma novidade... rs
Agora eu também tenho um blog http://minhasaspas.blogspot.com/

beijos

Claudia Liechavicius disse...

Obrigada pela visita. Vou agora mesmo dar uma espiada no seu blog.
Beijosssss
Claudia

Dri - Everywhere disse...

Claudia,
Adorei seu relato sobre Moscou!
Tambem estive na Russia ha uns anos atras, e fiquei fascinada pela cidade! Adoro as Igrejas Ortodoxas, sua historia e arquitetura (e adoro os exemplares espalhados pela Europa do Leste tambem! Como por exemplo as recentes Tallinn e Helsinki).
Infelizmente durante minha viagem o tempo estava pessimo, pegamos algumas tempestades de neve e as fotos nao ficaram tao boas quanto as suas... (nem como muito HDR nem Photoshop!).
Adorei rever Moscou!
Abs
Dri Miller (Londres)

Claudia Liechavicius disse...

Moscou é um espetáculo. Mas,O FRIO DO INVERNO É ASSUSTADOR. Estive lá em março e ainda peguei temperatura abaixo de zero. UAU!!!
Bj
Claudia

Fê Costta disse...

Uma das viagens mais incríveis que já fiz, simplesmente inesquecível!!!!

Grande beijo,

Fê costta
viaggio mondo

www.lugareseolhares.com disse...

Adorei Moscou!!!! e tambem o blog de voces,com certeza voltarei aqui.
tenho um post de Moscou caso queria de uma olhada nas fotos.
Parabens!!!!!

Claudia Liechavicius disse...

Adorei suas fotos de Moscou. Lindas!!!!
Bj
Claudia

Isaac Blau disse...

Parabéns!
Visito a Rússia em junho/2010.
suas informações foram valiosas.
minha dúvida: Eles falam ingles?
Valeu!
visite meu blog se quiser.
http://vijarbom.blogspot.com/
Sucesso e paz

Claudia Liechavicius disse...

Oi Isaac.
Atualmente, o inglês é bem fácil encontrar alguém que fale inglês na Rússia. Não se preocupe com isso. Aproveite a Rússia.
Obrigada pela visita!

Isaac Blau disse...

Muiuto Obrigao p/ resposta.Sucesso e Paz!
P/favor se vc puder mande-me sua opiniao sobre meu blog.

http:viajarbom.blosgpost.com/
Valeu!!!

Renata disse...

Olá Cláudia,
Adorei o seu blog. Fantástico!
Vou para Moscou no dia 29 de Outubro desse ano e adorei suas dicas. Muito bom saber que lá eles falam inglês...confesso que estava com medo. rsrsrsrsr
Chego em Moscou dia 30/10 a tarde, que é um sábado. Terei a noite de sábado e os dias de domingo, segunda e terça para conhecer Moscou. Você consegue me ajudar com um "roteiro a seguir"? Abraços,

Renata Lima

Claudia Liechavicius disse...

Renata.
Em três dias dá para circular bem pela cidade. Ao chegar compre logo um ingresso para o Bolshoi. Depois, o imperdível é:
- Praça Vermelha com a Catedral São Basílio (aquela colorida), Mausoléu do Lênin e Shopping GUM.
- Kremlin onde você vai ver várias igrejas ortodoxas maravilhosas, o Grande Sino, Palácios e um museu incrível com a coleção de Jóias dos Czares.
- Se der tempo e tiver paciência vá até a Catedral de Cristo, o Salvador que é uma das maiores igrejas ortodoxas do mundo.
- Para comprar as matrioshkas (bonequinhas de madeira) vá de metrô (tem que andar de metro, pois as estações são maravilhosas) até a Rua Arbat - de pedestres.
E coma muito bem nos restaurantes indicados no post. O Ukranian é divertido. Tem uma mini fazendinha dentro do restaurante com vaca e tudo.. O Café Pushkin é mais sofisticado e badalado.
E além disso, saia com um mapa na mão andando pela cidade que você vai descobrir muita coisa legal.
Aproveite.
Bj
Claudia

Renata disse...

Muito obrigada pela sua ajuda!
É fácil andar de metrô lá? Conseguimos ler os nomes das estações? Tem placas em inglês? Conseguimos mapas tanto da cidade quanto do metrô lá?
Bjos

Claudia Liechavicius disse...

Renata.
Andar de metrô na Rússia pode um pouquinho complicado (pois os nomes são todos em russo) mas, você já marca ao sair do hotel de onde para onde vai e pede ajuda na estação para ter certeza de que está indo no sentido certo.
Táxis são complicados. Tive uma experiência negativa com dois deles. Muitos não tem taxímetro e eles são espertos, dizem um preço e depois pedem bem mais!!
Quanto ao mapa da cidade todo hotel tem disponível. Mas, uma boa ajuda é comprar um guia da Rússia (pequeno para não pesar na bolsa).
Bj
Claudia

Flora disse...

Claudia,
Adoro seu blog. Já estive por aqui anonimamente algumas vezes. Suas dicas de Moscou são ótimas. Já está tudo guardadinho, pois vou para a Rússia em jul/2011.
Voce foi por conta própria ou utilizou alguma agencia brasileira ou russa? Este é meu principal dilema. Um grande abraço.

Claudia Liechavicius disse...

Flora.
Eu adoro organizar minhas viagens e fazer tudo por conta própria. A Rússia está mais fácil agora. Nem mesmo precisamos de visto. Antes era bem mais enrolado. Dá para fazer tudo sozinha sem dificuldade nenhuma.
Obrigada pela sua visita.
Volte sempre.
Claudia

Viagens Lacoste disse...

Fantástico relato de uma cidade que acabo de visitar.

Viagens Lacoste disse...

Boas fotos a acompanhar esqueci de referir no comentário anterior.

Claudia Liechavicius disse...

A Rússia é espetacular. Vale a visita.

Natália Gastão disse...

Amei seu relato!
Já havia lido, mas não comentado... Cheguei de Moscou na semana passada, achei a cidade incrível, absolutamente fascinante!

Rogério Pires disse...

Em uma pesquisa rápida eis que me deparei com seu Blog. Muito bacana por sinal Cláudia! Irei com amigos para Moscou em 22/11/11 e uma das minhas grandes dúvidas é quanto à temperatura na referida data e à utilização do Inglês pelos russos, visto que eu e meus amigos não falamos nada de russo! Vai ser de grande valia. Parabéns.

Claudia Liechavicius disse...

Bom dia, Rogério.
A Rússia é um país beeeem frio! Em novembro a temperatura já está baixa. Prepare-se e leve bons casacos. Nada que um bom casaco não resolva.
Quanto ao idioma, o inglês salva a gente em qualquer lugar do mundo!!! As pessoas falam bastante inglês nos hotéis e pelas ruas, não há dificuldade. Pode ir sem se preocupar. Aprenda apenas a dizer bom dia, obrigado e por favor em russo. Falar uma palavrinha no idioma local sempre abre um sorriso e facilita a comunicação inicial.
É isso!
Claudia

Quise Brito disse...

Estou conhecendo seu blog hoje e gostaria de lhe parabenizar pelo ótimo trabalho!Suas postagens são uma aula de história e um incentivo turístico, muito interessante.

Claudia Liechavicius disse...

Quise,
Seja muito bem-vinda ao blog. Espero ve-la por aqui muitas outras vezes.