Quem já teve o privilégio de ficar hospedado em algum dos
116 hotéis do grupo Four Seasons espalhados por 47 países do mundo, sabe que a
viagem ganha uma experiência diferenciada em termos de hospitalidade. Fazer com
que o hóspede se sinta em casa e que leve lembranças incríveis na mala está no
DNA do Four Seasons. Então que tal começar a sonhar com o próximo destino?
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Costa Rica
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Depois de permanecer em San José alguns dias para explorar a capital da Costa Rica e principalmente os vulcões que ficam no Planalto Central e Região Norte, escolhemos voar de San José à Libéria, na região de Guanacaste e Nicoya do Norte para descansar uns dias na Costa do Pacífico. Mais especificamente, na Península Papagayo.
Considerada uma das zonas mais vulcânicas do
mundo, a Costa Rica tem sete vulcões ativos e mais de uma centena de inativos. É de assustar! Em média há 6500 pequenos tremores de terra por ano, sendo que apenas algumas centenas deles são percebidos. Lembro que quando estive pela primeira vez no país, a pressão no solo estava tão alta que era possível sentir o hotel balançando todos os dias, ao entardecer. Mas, após uma grande terremoto, de 7.6 graus na escala Richter ocorrido em setembro de 2012, em Guanacaste, o maior em 190 anos, a pressão acalmou e dessa vez, felizmente, não senti nenhum tremor.
Curioso ver um país tão pequeno cortado por tantas cadeias montanhosas vulcânicas. Uma delas vem da vizinha Nicarágua e percorre o país longitudinalmente até a região de São José (a capital do país), no Planalto Central. Seu último maciço é o Turrialba, na província de Cartago, antiga capital da Costa Rica. Ele é o vulcão mais oriental do país. Tem 3340 metros de altitude. Seu nome vem da junção de duas palavras indígenas que significam "rio de fogo".
Pois e não é que o Turrialba resolveu entrar em erupção exatamente quando eu visitava San José! E ele fica bem pertinho da capital. Pode ser avistado do aeroporto. Fiquei apreensiva, claro. Nos noticiários locais o fato era comentado a toda hora.
Apesar do Parque Nacional Vulcão Turrialba ocupar ao redor de 13 quilômetros quadrados de área de uma região tomada por floresta tropical, ele é pouco visitado. Em primeiro lugar, por ser ativo. E depois, por ter acesso difícil. Não tem transporte público. Pequenas estradas de terra levam os corajosos até a boca do vulcão e depois é preciso caminhar por trilhas de terra para chegar ao fundo da cratera onde gases sulfurosos escapam constantemente na forma de fumarolas. Dizem que a caminhada é perigosa, o solo é quente e é preciso sangue frio para se aproximar do gigante adormecido que vez ou outra dá o ar de sua graça. E isso eu presenciei. Sorte que foi uma erupção leve. Seu ataque mais violento foi registrado em 1860. Depois disso, passou 100 anos totalmente quieto e agora, vez ou outra entra em atividade.
O Vulcão Irazú é praticamente vizinho ao Turrialba. Seu parque ocupa uma área de 18 quilômetros quadrados. Na parte mais alta tem 3430 metros de altitude. É o vulcão mais alto da Costa Rica e historicamente o mais ativo. Teve ataques de fúria violentos em 1917, 1921 e 1963 quando o presidente John Kennedy visitava o país. Seu nome significa "montanha do trovão" em língua indígena. O acesso até o parque para visitar o vulcão é fácil. Sua cratera principal tem 300 metros de profundidade e um quilômetro de largura. No seu interior há um lago esverdeado que estampa muitos cartões postais da Costa Rica. Também há outras quatro crateras que se pode visitar. Minha intenção era fazer um bate-e-volta a partir de San José para conhecer o Irazú. Mas, como o vizinho Turrialba resolveu acordar do sono profundo, e eles distam pouco mais de 20 quilômetros, não pude ir até lá. O Irazú costuma ficar encoberto por uma névoa constante. A dica é ir bem cedo para conseguir melhor visibilidade.
Curioso ver um país tão pequeno cortado por tantas cadeias montanhosas vulcânicas. Uma delas vem da vizinha Nicarágua e percorre o país longitudinalmente até a região de São José (a capital do país), no Planalto Central. Seu último maciço é o Turrialba, na província de Cartago, antiga capital da Costa Rica. Ele é o vulcão mais oriental do país. Tem 3340 metros de altitude. Seu nome vem da junção de duas palavras indígenas que significam "rio de fogo".
Pois e não é que o Turrialba resolveu entrar em erupção exatamente quando eu visitava San José! E ele fica bem pertinho da capital. Pode ser avistado do aeroporto. Fiquei apreensiva, claro. Nos noticiários locais o fato era comentado a toda hora.
Apesar do Parque Nacional Vulcão Turrialba ocupar ao redor de 13 quilômetros quadrados de área de uma região tomada por floresta tropical, ele é pouco visitado. Em primeiro lugar, por ser ativo. E depois, por ter acesso difícil. Não tem transporte público. Pequenas estradas de terra levam os corajosos até a boca do vulcão e depois é preciso caminhar por trilhas de terra para chegar ao fundo da cratera onde gases sulfurosos escapam constantemente na forma de fumarolas. Dizem que a caminhada é perigosa, o solo é quente e é preciso sangue frio para se aproximar do gigante adormecido que vez ou outra dá o ar de sua graça. E isso eu presenciei. Sorte que foi uma erupção leve. Seu ataque mais violento foi registrado em 1860. Depois disso, passou 100 anos totalmente quieto e agora, vez ou outra entra em atividade.
Vulcão Turrialba em erupção, visto do aeroporto de San José. Ao lado o vulcão Irazú.
O Vulcão Irazú é praticamente vizinho ao Turrialba. Seu parque ocupa uma área de 18 quilômetros quadrados. Na parte mais alta tem 3430 metros de altitude. É o vulcão mais alto da Costa Rica e historicamente o mais ativo. Teve ataques de fúria violentos em 1917, 1921 e 1963 quando o presidente John Kennedy visitava o país. Seu nome significa "montanha do trovão" em língua indígena. O acesso até o parque para visitar o vulcão é fácil. Sua cratera principal tem 300 metros de profundidade e um quilômetro de largura. No seu interior há um lago esverdeado que estampa muitos cartões postais da Costa Rica. Também há outras quatro crateras que se pode visitar. Minha intenção era fazer um bate-e-volta a partir de San José para conhecer o Irazú. Mas, como o vizinho Turrialba resolveu acordar do sono profundo, e eles distam pouco mais de 20 quilômetros, não pude ir até lá. O Irazú costuma ficar encoberto por uma névoa constante. A dica é ir bem cedo para conseguir melhor visibilidade.
Outro bate-e-volta fácil a partir de San José é ao Parque Nacional do Vulcão Poás, que fica na Cordilheira Central. O vulcão é ativo e teve pequenas erupções recentemente em 2006 e 2011. Fiz essa visita da outra vez em que estive no país. Espetacular com seu lago ácido de cor azul turqueza e fumarolas em vários pontos. A boca da cratera principal é enorme. Tem mais de um quilômetro e meio de largura. E, profundidade de 300 metros. Também há outras duas crateras que podem ser visitadas por quem quiser caminhar por trilhas pela floresta. Mas, prepare-se para enfrentar um chuvisco constante com neblina. A temperatura é baixa. Ao redor de 12 graus. Boa dica é levar roupas quentes para se proteger do frio. Também considere chegar cedo para ter melhor visão da cratera e evitar finais de semana, pois esse é o vulcão mais visitado da Costa Rica. A partir de San José se leva uma hora e meia de carro.
Vulcão Poás.
Uma das atrações mais procuradas na região Norte é o Vulcão Arenal. Ele é considerado um dos mais “nervosinhos” da América
Central. Tem o formato de um cone e vive encoberto sob nuvens espessas que se formam exatamente em função dos gases que ele expele. Não dei sorte de ve-lo em atividade. Mesmo assim, é uma visita
interessantíssima. Na verdade, não dá para chegar muito perto do vulcão. Só se avista
seu contorno de longe pois ele é ativo. De San José até o Arenal são mais de
150 quilômetros, percorridos em três horas (se não parar). No caminho, uma parada em Grecia para um café. O que se
destaca ali é a Iglesia de Grecia. Foi construída com placas de aço pré-fabricado
trazidas da Bélgica. Possui duas torres e adornos em filigranas. Mais adiante
Sarchi e nova parada para visitar um centro de artesanato. Depois de quatro
horas finalmente o Arenal.
Centro de Artesanato de Sarchi.
Da base do Vulcão Arenal há vertentes de águas muito quentes que abastecem o Tabacón Grand Spa Thermal Resort. O lugar é inusitado. Imperdível! Um parque de águas termais e um belo spa ao lado do único hotel do grupo The Leading Hotels of the World da Costa Rica. Cascatas, riozinhos, piscinas para crianças, bar molhado, área reservada para adultos onde se pode relaxar em águas muito quentes tendo ao fundo o Arenal. Ali dá para sentir toda a força da mãe natureza. As águas são terapêuticas e deliciosas com temperaturas que variam entre 27 e 39 graus centígrados. O parque pode ser usado tanto pelos hóspedes do hotel como por visitantes que querem apenas passar o dia, como foi o meu caso. Para isso, basta pagar uma taxa de day-use. Leve roupas de banho. Nos vestiários há armários com chave para deixar suas roupas e há toalhas para uso dos visitantes. Boa dica é marcar uma hora no spa e usar a infra-estrutura do spa em vez dos banheiros do parque. Muito mais exclusivo e bem atendido.
Piscinas naturais quentes de água vinda do vulcão Arenal.
A fauna da região é muito rica. Lagartos e iguanas passeiam sem se importar com quem passa.
O Parque Nacional do Vulcão Arenal ocupa uma área de 120 quilômetros quadrados. É enorme. E, não dá para deixar de fora numa visita ao país. Só as piscinas de água termal já valem. E, se a "Morada do Deus Fogo" - nome que as antigas tribos pré-colombianas davam ao vulcão Arenal - resolver dar o ar de sua graça, melhor ainda. Dizem que as cores do espetáculo noturno são de arrepiar quando o gigante começa a lançar no ar suas lavas incandescentes.
Vulcão Arenal sempre encoberto por uma névoa.
Ao redor do vulcão há muitas trilhas cobertas por lava. Em algumas áreas o acesso é restrito e placas avisam "não prossiga". É perigoso mesmo. Muita gente já perdeu a vida por ali. Na região também tem um museu dedicado aos vulcões, um Jardim de Mariposas, um teleférico sobre a floresta que conduz a um mirador, uma lagoa enorme onde são praticados esportes náuticos e algumas pontes suspensas ao redor do vulcão Arenal. Muita gente opta por se hospedar vários dias nessa região para explorar com calma. Optei por ficar apenas um dia num bate-e-volta a partir de San José. Cansativo. Pois são pelo menos seis horas no carro. Talvez o ideal seja permanecer uma noite ou duas no hotel Tabacon Grand Spa Thermal Resort. Adorei o spa. A piscina é de água termal e as áreas de massagem ficam em bangalôs de madeira muito bem decorados no meio da floresta tendo como trilha sonora o barulho da água que passa pelas corredeiras em volta do spa. Fantástico.
Spa Tabacon.
As forças da natureza merecem todo nosso respeito. Somos muito pequenos diante da sua grandiosidade. Estar próximo da cratera de um vulcão nos conduz a momentos de profunda reflexão. Seus mistérios evocam nossa humildade. O incontrolável assusta. Mas, o prazer de reverenciar a exuberância da mãe natureza é tão grande que nos magnetiza e nos convida. Foi assim que me senti diante desses vulcões espetaculares: pequena, inquieta, surpresa, perplexa e magnetizada. E, não pense que quem viu um deles já viu tudo. Cada um tem seus mistérios. Pura vida!
Pura Vida! É fácil de entender o porquê do lema de los ticos costariquenhos. Praias tanto no oceano Pacífico como no mar do Caribe, montanhas vulcânicas, florestas tropicais intactas, corredeiras com águas termais, rios caudalosos. Uma profusão de cenários impera nesse país tão pequeno. Uma combinação perfeita para os amantes da natureza. E, ao homem coube apenas dar uma mãozinha colocando botes para rafting, construindo hotéis em areias quase desertas ou nas matas, instalando cabos para arvorismo e dando um charme especial nas fontes vulcânicas borbulhantes.
Águas termais de Tabacón, aos pés do Vulcão Arenal.
O mais incrível é que toda essa diversidade
cabe numa área de apenas 51 mil quilômetros quadrados, distribuídos gentilmente num estreito
banhado pelo Caribe de um lado e pelo Pacífico do outro. A Costa Rica é um
pouquinho maior do que o estado do Espírito Santo (um dos menores estados do
Brasil) e tem 4% de toda biodiversidade do nosso planeta. Sabiamente, o país
mantém um quarto de seu território como área de preservação ambiental. Além
disso, caminha para ser o primeiro país “carbon free”, ou seja, que não emite
mais carbono do que é capaz de neutralizar com suas florestas e políticas
ambientais. Ao todo são 35 parques nacionais e 8 reservas biológicas. É um país
verde por natureza!
Os tons de verde enchem os olhos no Parque Nacional Vulcão Arenal.
PRAIAS E PARQUES NACIONAIS
De litoral são ao redor de 1200 quilômetros que misturam tons de azul e verde num espetáculo de tirar o fôlego. Do lado do Pacífico, as faixas de areia tem relevo recortado com penínsulas e são acompanhadas por florestas que chegam muitas vezes até a beira da praia, como é o caso dos Parques Nacionais Santa Rosa, Manuel Antonio e Corcovado.
De litoral são ao redor de 1200 quilômetros que misturam tons de azul e verde num espetáculo de tirar o fôlego. Do lado do Pacífico, as faixas de areia tem relevo recortado com penínsulas e são acompanhadas por florestas que chegam muitas vezes até a beira da praia, como é o caso dos Parques Nacionais Santa Rosa, Manuel Antonio e Corcovado.
Os macacos-capuchinhos são figurinhas fáceis nos parques nacionais.
O Parque Nacional Corcovado fica ao sul do
país, na Península de Osa. Ali está a maior floresta nativa da costa do
Pacífico. É como uma pequena Floresta Amazônica costarriquenha repleta de
araras vermelhas e tantas outras espécies animais. O país prioriza o capital
natural em detrimento de outros setores. Aboliu seu Exército em 1949. Gesto
memorável. Nada como celebrar a vida.
Manoel Antonio é um dos parques mais visitados da Costa Rica apesar de ser o menor. Localizado entre o mar e morros arborizados, sua beleza é o principal atrativo. Atualmente, o número de turistas vem sendo limitado para evitar ameaças à fauna local.
Manoel Antonio é um dos parques mais visitados da Costa Rica apesar de ser o menor. Localizado entre o mar e morros arborizados, sua beleza é o principal atrativo. Atualmente, o número de turistas vem sendo limitado para evitar ameaças à fauna local.
Na região de Nicoya do Norte, à noroeste do país fica o Parque Nacional Santa Rosa. O parque é dividido em duas partes sendo a do sul mais visitada por ter fácil acesso e ser mais interessante. Pássaros, morcegos, macacos, aranhas e coatis são algumas das tantas espécies que podem ser vistas por ali. O setor norte do parque tem acesso difícil feito por estradinhas estreitas ou de barco.
Mar e florestas se encontram numa sintonia perfeita em Nicoya do Norte.
A Península Papagayo é um dos lugares mais bonitos da costa do Pacífico. Cercada de rochedos que descem até o mar. O hotel Four Seasons é um dos melhores do país e fica num estreito privilegiado tendo a Playa Blanca de um lado e a Virador do outro.
Já, no Caribe, a costa segue uma linha quase
reta. O destaque caribenho fica por conta de Cahuita distante 200 quilômetros
da capital San José (que costumam ser trilhados em mais de 4 horas) e onde está
o Santuário das Preguiças. Um pouco mais abaixo fica Puerto Viejo de Talamanca.
Um vilarejo de alma hippie e espírito boêmio. Essa região teve forte influência
da cultura jamaicana quando foram trazidos muitos negros para a construção de
uma estrada férrea para escoar o café plantado na região. Eles ficavam
confinados nessa região sem poder transitar pelo resto do país. Esse apartheird
existiu até 1949. E, o espírito jamaicano continua vivo nos cabelos rastafáris,
no dialeto patois, na comida e no cachimbo da paz. E, quanto a Puerto Limón…
esqueça. É um porto horroroso.
Bem, apesar do país ser pequeno não é fácil em termos de deslocamento. Do
Caribe ao Pacífico são apenas 120 quilômetros que podem levar muitas horas.
Então, nem pense em ver o nascer do sol no Caribe e o entardecer no Pacífico. As
estradas são muito estreitas, entre cadeias montanhosas, cheias de curvas, e
sem acostamento. Por isso é preciso priorizar o que se quer conhecer ou ter
muito tempo para a viagem. Aviões pequenos, como os da empresa Sansa para 12
passageiros são uma boa saída para se atravessar as cadeias montanhosas
rapidamente. E os preços são razoáveis, em torno de 80 dólares cada trecho.
SAN JOSÉ, UMA CAPITAL SEM ATRATIVOS
O país é lindo. E isso é inegável. Mas, há uma
exceção. A capital San José. Vou ser bem sincera. Que cidade sem graça! Espalhada,
cheia de trânsito, têm locais perigosos (apesar de ter melhorado muito nos
últimos tempos) e nada de atrativos. O centro é tomado por um comércio modesto.
Há poucos pontos de interesse, além do Teatro Nacional e do Museo del Oro
Precolombiano.
O Teatro Nacional é o prédio que mais se destaca em San José em termos de arquitetura. Foi concebido em 1890 quando uma grande cantora da época se recusou a cantar na Costa Rica por não ter um local apropriado. O fato estimulou os barões do café a financiarem sua construção. O interior é ornamentado com estátuas e pinturas. A escadaria é toda em mármore. Dentro do teatro tem um simpático café decorado em preto e branco, em estilo europeu. Vale uma pausa para um café.
Teatro Nacional.
Salão de entrada do Teatro Nacional.
Mural do Café pintado no teto de um saguão do teatro.
Saindo do teatro e andando uns poucos metros pela Plaza de la Cultura se chega ao Museo del Oro Precolombiano. Seu acervo conta com belas peças antigas feitas em ouro, mas que ainda hoje poderiam ser usadas (com algumas pequenas adaptações).
Peça do Museo del Oro.
Guerreiro pré-colombiano enfeitado com adornos de ouro.
Tanto o museu como o teatro ficam na Plaza de la Cultura que é repleta de pombos. Outros pontos de interesse são: Catedral Metropolitana, Parque Nacional, Edifício Correos, Centro de Ciências e Cultura e Mercado Central. Numa manhã dá para conhecer todo o centro da capital e rumar para o que o país tem de melhor: seus vulcões, praias, área rural e parques nacionais.
DICA: Escazu é o bairro nobre de San José. É onde
fica a zona residencial elegante, com shoppings e bons hotéis. Optei pelo hotel
Intercontinental que fica em frente ao Multi Plaza Mall, considerado dos melhores da cidade. Mas, claro que não se vai à Costa Rica para fazer compras nem permanecer muito tempo na capital. O
que vale é simplesmente a localização.
Hotel Intercontinental.
CURIOSIDADE: San José nasceu em 1737 e cresceu lentamente até a explosão do café. Então, desbancou a capital que na época era Cartago e passou à frente das outras cidades. Os barões do café foram os responsáveis pelo seu desenvolvimento.
Um passeio interessante perto de San José é o Café Britt. Lá é possível conhecer o modo como é plantado e processado o café na Costa Rica. Essa é a marca de café mais renomada no país e elogiada pelo cuidado com o meio ambiente. O café é orgânico. www.coffeetour.com Leva-se pouco mais de uma hora para chegar e o tour dura ao redor de uma hora, sem refeição. No local tem um restaurante e o pacote pode ser com almoço ou sem almoço.
Um passeio interessante perto de San José é o Café Britt. Lá é possível conhecer o modo como é plantado e processado o café na Costa Rica. Essa é a marca de café mais renomada no país e elogiada pelo cuidado com o meio ambiente. O café é orgânico. www.coffeetour.com Leva-se pouco mais de uma hora para chegar e o tour dura ao redor de uma hora, sem refeição. No local tem um restaurante e o pacote pode ser com almoço ou sem almoço.
Café Britt, o mais conhecido da Costa Rica.
INDICAÇÃO DE HOTEL EM SAN JOSÉ
Intercontinental. Quartos amplos, confortáveis, com cafeteira, claro. Afinal, estamos falando da capital dos Barões do Café. A academia do hotel é boa. A piscina e o spa também. Tem três bons restaurantes: japonês, argentino e internacional. Endereço: Prospero Fernadez Highway, 1000, Escazu.
TAXIS EM SAN JOSÉ. Ao chegar na cidade contrate um carro diretamente com o hotel para busca-lo no aeroporo, uma vez que a cidade não é lá muito segura. Para andar pela cidade opte pelos taxis vermelhos que são licenciados pelo governo.
MOEDA. É interessante observar que eles usam tanto a moeda local COLÓN como o dólar americano. Os dois são aceitos em todos os lugares. As pessoas costumam ter as duas moedas misturadas na carteira. 1 dólar vale 560 colóns.
IDIOMA. Espanhol
FUSO HORÁRIO. Três horas atrás do Brasil.
QUANDO IR. É viável visitar o ano inteiro. No entanto, são consideradas duas estações do ano bem definidas no país: verão (de dezembro a abril) e inverno (de maio a novembro). Alta temporada costuma ser nos meses de dezembro e janeiro. No inverno é mais chuvoso.
DOCUMENTOS PARA ENTRAR NO PAÍS. Brasileiros não precisam de visto para ficar até 90 dias no país. É necessário passaporte com validade mínima de seis meses e certificado internacional de vacinação contra Febre Amarela.
COMPANHIAS AÉREAS QUE LEVAM À COSTA RICA. Copa (via Panamá) e American Airlines (via Miami), Avianca (via Bogotá).
COMPANHIAS AÉREAS PARA CIRCULAR PELO PAÍS. Sansa Regional (são aviões bem pequenos para 12 passageiros e que voam baixo. Perfeito para se ver o país). Também tem a Nature Air (mas, como não utilizei não sei como é o serviço).
ALGUMAS DISTÂNCIAS.
San Jose - Liberia: 217 Km - de avião 45 min - de carro 4 horas.
San José - Tamarindo: 274 Km - de avião 50 min - de carro 5 horas
San José - Bahia Drake: 392 Km - de avião 50 min - de carro 8 horas.
COMPANHIAS AÉREAS QUE LEVAM À COSTA RICA. Copa (via Panamá) e American Airlines (via Miami), Avianca (via Bogotá).
COMPANHIAS AÉREAS PARA CIRCULAR PELO PAÍS. Sansa Regional (são aviões bem pequenos para 12 passageiros e que voam baixo. Perfeito para se ver o país). Também tem a Nature Air (mas, como não utilizei não sei como é o serviço).
ALGUMAS DISTÂNCIAS.
San Jose - Liberia: 217 Km - de avião 45 min - de carro 4 horas.
San José - Tamarindo: 274 Km - de avião 50 min - de carro 5 horas
San José - Bahia Drake: 392 Km - de avião 50 min - de carro 8 horas.
Costa Rica es Pura Vida!
Os próximos posts serão dedicados aos vulcões e a Península Papagayo.
Espero sua visita.
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