Quer saber porque a pousada Morena é um dos xodós de Fernando de Noronha? Então respire fundo e embarque comigo sem pressa num dia perfeito nesse paraíso. Sente-se numa mesa ao ar livre, na sombra das árvores, vendo o sol inundar de vida o arquipélago enquanto o cheiro do tradicional café coado da pousada invade o ambiente. Complete a cena vendo no horizonte o contorno do icônico Morro do Pico e o mar azul da praia da Conceição saltando em frente à piscina de borda infinita. Acrescente conforto, acolhimento, muito verde e terá um lugar para viver momentos inesquecíveis em Noronha.
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A pouco mais de 500 quilômetros da costa de Pernambuco, o paradisíaco arquipélago de Fernando de Noronha, repousa na tranquilidade de um dos azuis mais cobiçados do Brasil. Pois foi exatamente ali, numa das curvas mais bonitas da ilha, na Baía do Sueste, que o Nannai Noronha Solar dos Ventos abriu as portas recentemente.
Casarios coloridos sobem as ladeiras cheios de graça, palacetes coloniais marcam ponto na história, conventos barrocos e antigas igrejinhas pipocam pelas esquinas. Essa arquitetura quatrocentista carimba o título de Patrimônio Cultural da Humanidade concedido pela Unesco. Mas, Olinda vai além. A charmosa cidade histórica pernambucana também é sinônimo de festa. Seu aclamado Carnaval desfila no ritmo do frevo, do afoxé e do maracatu. Os bonecos gigantes são a marca registrada dos blocos que abarrotam as vielas. Olinda é cor, é arte, é história, é música, é vida.
Protagonista, isso sim! O Nannai está longe de ser um mero coadjuvante na paradisíaca costa de Pernambuco. Ele está em primeiro plano, rouba a cena. Tem talento de sobra para encantar e inspiração que vem da natureza. Sua magia mescla a exuberância das piscinas naturais de Muro Alto, com muita brasilidade, sol, sal, paz, glamour, romantismo e o astral descomplicado, cheio de boas energias, da vida pé na areia.
Por volta de 1850, quando o tráfico de escravos já estava proibido no Brasil, Porto de Galinhas se tornou um ponto clandestino de venda de negros trazidos de Angola. Eles vinham escondidos nos porões dos navios e galinhas eram transportadas na parte superior para ocultar o tráfico. Quando o navio atracava, a notícia se espalhava rápido pela região, em forma de código: “Tem galinha no porto”. Assim, os grandes proprietários de terras sabiam que os escravos haviam chegado ao porto.
A jangada diz tudo: "A praia dos seus sonhos".
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