Esse tal de Covid-19 nos pegou de surpresa! Estamos enfrentando um momento desafiador desde que a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou a existência de uma pandemia causada pelo coronavírus. Uma verdadeira guerra contra um inimigo microscópico. Os Jogos Olímpicos do Japão foram adiados, os parques da Disney estão fechados, a Torre Eiffel não tem mais filas, as ruas do mundo inteiro estão vazias e milhares de pessoas, infelizmente, perderam a batalha. Nesse caos global, o turismo foi atingido de forma violenta na terra, no ar e no mar. Fronteiras fechadas, cruzeiros suspensos, companhias aéreas com grande parte de suas frotas no chão e muitos hotéis com as portas fechadas temporariamente, sem data para reabrir, como é o caso do tradicional Belmond Copacabana Palace, além de outros 60 só aqui no Rio de Janeiro.
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Escrevi em 2011 um post chamado 20 LUGARES DE TIRAR O FÔLEGO que é disparado o mais lido do blog. Muito tempo passou. Conheci outros
lugares. E, nessa semana uma pessoa me desafiou a fazer um novo post sobre o
tema com MAIS 20 LUGARES DE TIRAR O FÔLEGO, seja pela beleza natural, pela
imponência arquitetônica, pela grandiosidade, pela arte, diversidade cultural,
mistérios, história, passado, contrastes… Então, aqui vai minha sequência de +
20 Lugares de Tirar o Fôlego. Tarefa difícil nesse mundo tão cheio de cantinhos
especiais. Desafio você também a listar seus 20 destinos +++. Topa?
Firmemente plantada no coração da Lombardia - entre Milão e Veneza - Mantova é uma cidadezinha italiana que quase passa em branco aos olhares menos atentos, de alguns turistas. No entanto, seu valor religioso e histórico é enorme. Segundo o catolicismo, um cálice com sangue de Cristo foi depositado na Igreja de Sant'Andrea Apóstolo, no ano de 36 d.C. trazido por um soldado romano de nome Longino que presenciou a agonia de Cristo na cruz. Conta a história que Longino atinge a costela de Jesus com a ponta de sua lança fazendo o sangue jorrar (em 33 d.C.). Esse sangue o cura de uma enfermidade. Então, ele se ajoelha aos pés de Jesus arrependido de seu ato e percebe o poder divino do homem crucificado. Imediatamente, ele recolhe parte da terra molhada pelo sangue, o coloca numa pequena caixa e parte levando consigo essa preciosidade. Três anos depois, a tradição diz que Longino chega à Mantova e antes de ser decapitado pela Inquisição, ele esconde a relíquia junto ao templo romano de Diana, onde hoje fica a cripta da magnífica Basílica de Sant'Andrea Apóstolo. Em 804, o papa Leão III, autenticou a relíquia. O fato caiu no esquecimento do povo e mais tarde foi novamente encontrada. Em 1048, sua veracidade foi reconfirmada pelo papa. Mantova, então, tornou-se local de peregrinação de massa e passou a ser visitada por papas e imperadores. Atualmente, uma vez ao ano, na sexta-feira santa, duas cópias do cálice sagrado são expostas à visitação. Uma história digna de ser reeditada por Dan Brown.
Semeada às margens do Rio Spree, no século XIII, Berlim logo se tornou o mais importante centro comercial da região de Brandenburgo. Quando jovem, nem imaginava a trajetória caudalosa que sua história iria ostentar. Foi a capital do Reino da Prússia, do Império Alemão, da democrática República de Weimer e da hedionda Alemanha Nazista, de Hitler. Sofreu um grande golpe com a Segunda Guerra Mundial. Ficou totalmente em ruínas ao ser invadida pelo Exército Vermelho Soviético. Mas essa, não foi a primeira vez, também já havia sido devastada na Guerra dos Trinta Anos, no século XVII, devido a Reforma Protestante. Como se isso não bastasse, em 1961, recebeu um muro de concreto que a separou em duas partes. O mundo todo ficou dividido em dois blocos junto com a Alemanha – um comunista e outro capitalista - até o dia em que um porta-voz do governo declarou pela televisão que estavam permitidas as saídas do país. A população, então, se dirigiu em massa para ver de perto as fronteiras serem finalmente abertas para a liberdade.
Por Claudia e Lucca Liechavicius
O tempo passa rápido, os filhos crescem e logo querem fazer suas incursões pelo mundo “sem os pais”. É dureza.... Deixar seu filho “pequeno”, mas nem tanto, se aventurar mundo afora sem a proteção de suas asas. Prova de fogo. E o pior é ver que na saída do aeroporto eles estão animadíssimos e nem olham para trás. Nós é que ficamos com o coração apertado vendo o primeiro voo solo de nossos filhotes, pelo mundo. Bem, mas o que fazer? Antes de tudo é preciso garantir que eles estejam viajando em boas mãos. Pesquisar é preciso! Perguntar tudo às pessoas que já passaram por essa experiência, também. Mas, qual o melhor destino, qual o melhor pacote, a melhor agência para acompanhar essa aventura? A resposta é simples: é preciso optar pela segurança. O mais importante é estarmos tranquilos para que a aventura deles aconteça em grande estilo.
O tempo passa rápido, os filhos crescem e logo querem fazer suas incursões pelo mundo “sem os pais”. É dureza.... Deixar seu filho “pequeno”, mas nem tanto, se aventurar mundo afora sem a proteção de suas asas. Prova de fogo. E o pior é ver que na saída do aeroporto eles estão animadíssimos e nem olham para trás. Nós é que ficamos com o coração apertado vendo o primeiro voo solo de nossos filhotes, pelo mundo. Bem, mas o que fazer? Antes de tudo é preciso garantir que eles estejam viajando em boas mãos. Pesquisar é preciso! Perguntar tudo às pessoas que já passaram por essa experiência, também. Mas, qual o melhor destino, qual o melhor pacote, a melhor agência para acompanhar essa aventura? A resposta é simples: é preciso optar pela segurança. O mais importante é estarmos tranquilos para que a aventura deles aconteça em grande estilo.
Por Claudia Liechavicius
Que contraste, sair da guerreira Sérvia e cair na pacífica Suiça. Dois países com nomes pequenos, iniciados pela letra “s”, que compartilham territórios europeus, mas não tem nada em comum. Depois de ver os estragos que a discórdia provocou em Belgrado e experimentar uma aura de harmonia em Zurique, fico totalmente convencida de que a bandeira da paz é o melhor caminho para a civilidade.
Madrid e Barcelona cativam por seus humores diferentes
Entre palácios, “tapas”, castanholas, sangrias, paellas, touradas e flamenco, a Espanha mostra o esplendor de sua cultura, numa arquitetura estampada na forma de museu a céu aberto. Mas, por onde começar, Madrid ou Barcelona? Essas cidades simbolizam os dois lados de uma mesma moeda. Metrópoles cheias de rivalidade, com temperamentos bem diferentes.
Entre palácios, “tapas”, castanholas, sangrias, paellas, touradas e flamenco, a Espanha mostra o esplendor de sua cultura, numa arquitetura estampada na forma de museu a céu aberto. Mas, por onde começar, Madrid ou Barcelona? Essas cidades simbolizam os dois lados de uma mesma moeda. Metrópoles cheias de rivalidade, com temperamentos bem diferentes.
Por volta de 1850, quando o tráfico de escravos já estava proibido no Brasil, Porto de Galinhas se tornou um ponto clandestino de venda de negros trazidos de Angola. Eles vinham escondidos nos porões dos navios e galinhas eram transportadas na parte superior para ocultar o tráfico. Quando o navio atracava, a notícia se espalhava rápido pela região, em forma de código: “Tem galinha no porto”. Assim, os grandes proprietários de terras sabiam que os escravos haviam chegado ao porto.
A jangada diz tudo: "A praia dos seus sonhos".
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