O México é exótico, colorido, misterioso, apimentado e sedutor. É impressionante a gama de possibilidades que esse país gigantesco oferece. Muitas vezes ouvimos palavras desencorajadoras sobre a escolha desse destino. Puro engano. Ele acena com uma culinária peculiar, praias maravilhosas, pirâmides impressionantes, muitos mercados de artesanato com excelente qualidade e, é claro, tem pontos desfavoráveis, sim. Tem violência, problemas com tráfico de drogas, pobreza, trânsito caótico, poluição. Mas, isso é detalhe se comparado com o seu esplendor. Espere pelo inesperado.
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Praias de areia branquinha, um mar azul turquesa divino, ruínas maias, pirâmides, cenotes, espiritualidade, gastronomia de alto padrão e um jeitinho descontraído de levar a vida fazem de Tulum um dos redutos mais cobiçados do momento. Somado a isso, o México é um dos poucos países que está aceitando a entrada de brasileiros sem a necessidade de apresentar PCR negativo. Deixo aqui as melhores dicas de Tulum.
Fico sempre fascinada com as lendas e mistérios que envolvem
as construções das pirâmides. Na última vez em que estive no México, fui com
uma amiga historiadora conhecer as Pirâmides de Teotihuacán. Fiquei tão impressionada
com a força daquele lugar que no dia seguinte ela me presenteou com um livro sobre
o sítio arqueológico de Chichén Itzá para me instigar. Nem preciso dizer que deu vontade de pegar
o primeiro avião para a Península de Yucatán.
Sabe aquela cidade pequenina, mas ao mesmo tempo com um ar cosmopolita, em que você chega e não tem vontade de ir embora? É assim em San Miguel Allende. Andar em suas ruas de pedra, olhar com atenção os detalhes de cada mansão pintada em tons terrosos, admirar as tantas torres de igrejas e quando cansar, sentar num dos restaurantes incríveis que a cidade ostenta, para se deleitar com pratos dos deuses, é simplesmente um luxo. Ah, claro, sem esquecer de falar nos hotéis charmosíssimos dessa pequena cidade colonial mexicana: Matilda e Rosewood. Simplesmente uma pérola!
Por Claudia Liechavicius
Ao chegar em Guanajuato o colorido da cidade salta aos olhos de modo estarrecedor. Não dá para evitar um suspiro. Sobe ladeira, desce ladeira e a cada esquina as cores ficam mais evidentes. Nem as igrejas escapam dos tons fortes que colorem essa cidade mexicana considerada uma das mais bonitas da "era da prata". No passado, suas minas forneceram uma quantidade enorme de prata, com isso, os donos das minas construíram casas fantásticas pelas ruelas estreitas morro acima. Mas, não é só isso que põe a cidade em evidência. Muita gente é atraída pelo macabro Museu das Múmias e outros pelo Festival Internacional Cervantino.
Por Claudia Liechavicius
Já foi o tempo em que Puerto Vallarta, na costa oeste do México, era conhecida como um paraíso tropical e conquistava até a presença de estrelas Hollywoodianas. Bem, isso foi na década de 60 quando Richard Burton e Elizabeth Taylor protagonizaram o filme "A Noite da Iguana" que teve como locação a baía de Banderas. Depois, passou a atrair uma quantidade enorme de visitantes e se tornou um balneário bem popular. Eu diria até que um pouco decadente...
Por Claudia Liechavicius
Depois de ter uma experiência bem esquisita com o Tequila Express resolvi voltar de carro ao povoado de Tequila para tentar desfazer a má impressão e curtir a cidade de outro modo. Ufa. Deu certo!!! Amei ter retornado a esse charmoso "Pueblo Mágico" (como são carimbadas as cidades mexicanas que preservam suas tradições e costumes, mantendo a alma do país intacta) que foi fundado em 1531 e traz no nome seu mais famoso atributo: Tequila. Tudo na cidade remete a bebida número um do México: as lojas, os cheiros, a vegetação, os museus, as destilarias. Tudo gira em torno da danada da "Tequila".
Por Claudia Liechavicius
Perplexidade. Admiração. Reverência. Respeito. Curiosidade. Serenidade. É difícil descrever a gama de sensações que se tem ao entrar no complexo de Teotihuacan. Sabe um daqueles lugares em que a gente parece pequeno e que uma paz enorme invade a alma? Foi assim que me senti ao subir lentamente, embevecida, cada um dos 260 degraus da Pirâmide do Sol. É incrível sentar no topo dessa construção milenar, no alto de seus 65 metros de mistério, olhar para o vale e não ver nada que se aproxime da sua magnitude. E, ficar ali imaginando que tudo foi feito há mais de dois mil anos e que mais de 120 mil pessoas chegaram a viver naquelas terras é quase como entrar num filme e voltar no tempo.
Até bem pouco tempo atrás Guadalajara, a capital do estado de Jalisco, era uma cidade provinciana e pacata, conhecida como berço dos mariachis (músicos mexicanos com seus bigodões e sombreros), do Jarabe Tapatío (dança do chapéu), da figura do charro (cavaleiro ou vaqueiro que se exibem em rodeios) e terra da tequila (aguardente poderosa), até que um surto de desenvolvimento a elevou ao patamar de segunda maior cidade do México. Para reforçar essa boa maré, a cidade que sediou a Copa de 70, e os Jogos Pan-americanos, em 2011.
Esse nome tão interessante e gostoso de se dizer indica um município, ao lado de Guadalajara, no estado mexicano de Jalisco, que era uma vila de ceramistas e retiro sofisticado de finais de semana. Hoje é uma pequena cidadela que ostenta um belo reduto de artesanato reconhecido como o mais importante do México. Ali, os olhos brilham diante de tantas formas e cores, pois a arte resplandece a cada passo...
É exatamente no dia 21 de outubro que uma multidão de peregrinos parte da Basílica de Zapopan, desde 1734, rumo à Catedral de Guadalajara. Num trajeto de aproximadamente 7 quilômetros, milhares de fiéis acompanham "La Generala", como é chamada a Virgem de Zapopan, aquela que alivia os males causados pelas catástrofes naturais.
Claudia Liechavicius
Apesar de ter como idioma oficial o espanhol, o México tem mais de 60 dialetos que ainda são falados em diferentes regiões do país. Com o passar do tempo, alguns estão desaparecendo, mas outros continuam firmes e fortes como o idioma dos astecas - o náuatle - que é inclusive ensinado em algumas escolas do país. É nesse dialeto que Tonalá, uma pequena cidade de Jalisco, significa "lugar de onde sai o sol". É bem verdade que ela é pequenina e mais parece um subúrbio de Guadalajara. E sendo bem realista eu diria que não chega nem a ser muito bonita. Aliás, é bem feiozinha. No entanto, dá para ir mais longe e acrescentar ao seu nome de batismo que ali é o "lugar de onde sai a arte".
Por Claudia Liechavicius
O nome, por si só, já deixa uma certa confusão no ar: Baixa Califórnia. Estamos falando dos Estados Unidos? Não. Estamos falando da Baja California Sur, no México. Essa pontinha do México é elegante, sofisticada, cheia de hotéis estrelados, campos de golfe, iates, marinas. Agora, vamos ser honestos... Que tem muitas semelhanças com o vizinho rico. Ah! Isso tem. E, não é só no nome, mas no jeitão americanizado. O inglês é falado por todo lado e o que mais se vê são turistas louros, de olhos azuis e pele branquinha (ou rosada). Nada contra. Bem pelo contrário (adoro os EUA quando escolho ir para lá - no México quero ver o México). Mas, no fundo no fundo - ufa - a alma mexicana prevalece. Ainda bem. Muito colorido, muita arte, muita tequila, muita pimenta e pessoas super simpáticas povoam esse chamado "corredor turístico", entre as cidades de San José del Cabo e Cabo San Lucas, uma região que vem despontando como um dos destinos mais cobiçados do país.
Para datas especiais, nada melhor do que um lugar especial e, é claro, em boa companhia. Para pintar o quadro ainda com mais perfeição: céu azul, a imensidão do mar, noites estreladas, mordomia total e muito mimo. Que tal comemorar esse dia à beira do Golfo da Califórnia, em Los Cabos, no que há de mais romântico e chic do México? O hotel Las Ventanas al Paraiso exala elegância e sedução por todos os lados. É o lugar perfeito para casais apaixonados, para famílias com crianças e para quem quer passar uns dias em alto estilo, inclusive com seu pet.

De dia, o sol brilha para ressaltar as cores do mar azul turquesa caribenho e esquentar as areias de Cancun. À noite, a temperatura aumenta para sacudir as intermináveis baladas regadas à tequila mexicana. Essa mistura de sol e diversão continua conquistando tanto os gringos americanos como os conterrâneos brasileños, apesar dos eventuais furacões e do susto causado pelo virus H1N1, em 2009.
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